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Começo do fim

A saída de Felipão do Palmeiras já foi amplamente abordada pela imprensa. E por incrível que pareça, três dias depois é notícia velha

| ACidade ON


(São Paulo) A saída de Felipão do Palmeiras já foi amplamente abordada pela imprensa. E por incrível que pareça, três dias depois é notícia velha. A imprensa tem um poder sobrenatural para atualizar outros fatos, que as vezes, vivendo nisso há 50 anos, fico surpreso.  

A contratação de Mano Menezes é o assunto do momento e pelo visto, carregado de polêmica. Não sei não se ele vai segurar a barra. Em princípio só vejo uma maneira do caldo não esfriar rapidamente: vitórias e mais vitórias.  

Quem está na rampa de lançamento é Alexandre Mattos. Há algum tempo, ele é alvo de comentários desairosos e críticas. Agora a barra pesou e as suspeitas sobre sua competência e honestidade são lançadas nas alamedas do Palestra, no CT, nas redes sociais e em todos os lugares.  

Acho que ele não se segura muito tempo. Até os padrinhos Maurício Gallioti e Leila Pereira vão capitular. Mas precisa ficar claro que o presidente tem muita culpa no cartório. Oportunamente voltarei a esse assunto.

O tempo é o senhor da razão. 


Alto astral


Que fase vive o Flamengo. Além de praticar, neste momento, o melhor futebol entre os times brasileiros, também está comprovando que o planejamento, quando bem feito, dá resultados.  

Há 10 anos o Flamengo era um dos clubes que mais devia no Brasil. Essa dívida superava R$ 800 milhões. A administração liderada por Eduardo Bandeira de Melo resolveu colocar a casa em ordem. Parou de gastar dinheiro a toa, deu um tempo nos investimentos com o time principal, readequou receitas e despesas, melhorou a arrecadação e preparou o clube pra viver o momento atual.  

Com a casa em ordem, no ano passado, os investimentos voltaram. Repare que as contratações estão dando resultados. Pode ter havido um equívoco aqui ou ali, mas a maioria deu certo. Diferente do Palmeiras que gastou uma fortuna com jogadores discutíveis e despesas alarmantes. Bruno Henrique, Gabigol, Arrascaeta, Rafinha, são alguns bons exemplos.  

A receita com as rendas subiu. Igualmente o sócio torcedor já ultrapassou os 100 mil inscritos, o marketing está faturando alto e os títulos serão consequência de tudo isso.  

Esse sucesso deve servir de espelho para os outros grandes clubes.

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