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Melhor vencer

Não faz a menor diferença ganhar ou perder amistosos no início da temporada, inclusive na Flórida Cup

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(Márcio Bernardes São Paulo) Não faz a menor diferença ganhar ou perder amistosos no início da temporada, inclusive na Flórida Cup. Mas é bom começar o ano com vitórias. Anima o grupo e passa confiança nessa fase difícil e chata de treinamentos físicos. Por isso, vale qualquer resultado. Mas é melhor vencer.

Cartolas são iguais

Começou o ano e ficou a impressão de que os dirigentes do Barcelona vieram passar o Réveillon no Rio de Janeiro e se aconselharam com seus colegas dos clubes cariocas. Porque a demissão de Ernesto Valverde foi um absurdo. Nos dois anos e meio que dirigiu a equipe catalã sua performance é de 74%. Foram 145 jogos, com 97 vitórias, 32 empates e apenas 16. Mas lá como cá, se apertar, a solução é demitir o treinador.

Mau negócio

Jean deve ter percebido que não vale a pena, por nada e por nenhuma circunstância, agredir uma mulher. Além dos problemas legais, morais, pessoais e familiares, descartado pelo São Paulo, o goleiro motivou a ira de certa parte da torcida do Atlético-GO. Sua contratação está sendo muito criticada e rechaçada pela galera.

Queria briga

Três fontes foram consultadas e responderam a pergunta com sorrisos irônicos. Conta-se na Vila Belmiro que na última reunião entre José Carlos Perez e Jorge Sampaoli o treinador provocou de todas as formas o presidente. Chegou inclusive a ofendê-lo querendo briga física. Perez foi frio e calculista. E não entrou na malandragem do argentino.

Besta ou bestial

Se Luxemburgo acertar com a mudança de posição de Felipe Melo será considerado bestial. Se não der certo e o volante passar a ser reserva será uma besta. A frase é do saudoso Oto Glória, que chegou a dirigir a seleção portuguesa na Copa de 1966. Besta ou bestial, não importa. Vale torcer para que a mudança dê certo.

Novos ares

Thiago Nunes está com prestígio no Corinthians. Alguns jogadores mais inteligentes já entenderam as convicções táticas do treinador e só tem elogios a ele. Outros alfinetam Carille quando enaltecem o atual técnico. Ainda é cedo para qualquer opinião da crítica. Mas se vingar em São Paulo, o Brasil vai ganhar um novo técnico que ainda não é conhecido de verdade nos grandes centros.

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