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O paralelo que fazemos é o referente à transferência do IPVA

Confira a análise no texto do professor Vicente Golfeto

| ACidadeON/Ribeirao

    O paralelo que pretendemos fazer, aos poucos, é o referente à transferência, para os municípios, da quota-parte, sempre em torno de 50%, mais ou menos, do IPVA, imposto sobre a propriedade de veículos automotores. Esta relação, como metáfora, pode ser feita como um triângulo cujos vértices são: a macrorregião, composta de 85 municípios; a região metropolitana de Ribeirão Preto, ainda em fase de construção mas com 34 municípios e aqueles municípios que são, como uma fatalidade geográfica, uma sequência territorial de Ribeirão Preto. É bom lembrar que Napoleão Bonaparte já dizia que "a Geografia é a mãe da História". São eles, como se pode ver através de mapa, Brodowski, Cravinhos, Dumont, Guatapará, Jardinópolis, Ribeirão Preto, Serrana e Sertãozinho. Eles constam do quadro abaixo.  

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    O paralelo que pretendemos fazer, em futuro bem próximo, na verdade engloba a expansão percentual da frota de veículos em cada um dos municípios. Aqueles que, também por ordem decrescente, mais tiveram crescimento, em valores monetários e nominais da receita do referido tributo, levando-se em conta sempre o primeiro quadrimestre de dois exercícios financeiros: 2 012 e 2 019, são os relacionados abaixo. 

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    Como se vê, todos os municípios relacionados, de Ribeirão Corrente a Jeriquara, são incluídos entre os menos populosos da macrorregião. A comparação que será feita quanto à expansão da frota, também mostrará que os menos populosos normalmente têm sido incluídos entre os mais dinâmicos quanto ao crescimento deste ativo da população, pessoas físicas e pessoas jurídicas, de cada uma das unidades municipais. É útil lembrar que Ribeirão Preto, conforme no primeiro quadro, teve expansão nominal de sua receita de IPVA de 46,78%. Somente foi superior à de Sertãozinho, também município rico economicamente que, no entanto, no que toca à esta rubrica, expandiu-se menos do que todos os mais populosos. São eles: Ribeirão Preto, Franca, São Carlos, Araraquara, Sertãozinho, Barretos e Matão. 

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    Além do lado quantitativo da frota de veículos em cada um dos municípios, uma pesquisa mais profunda que se fizesse, mas não existem números definitivos e nem superficiais a respeito, exigiria, na verdade, dados individualizados do ano de cada um dos veículos automotores. Em palavras simples: a obsolescência da frota.
Esses números mostram dados importantes para o comércio de veículos, tanto novos quanto usados. E também para empresas que comercializam auto-peças.