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Vicente Golfeto

Ignora-se ainda 63,94% do total dos caminhos urbanos da cidade

Confira a análise no texto do professor Vicente Golfeto

| ACidadeON/Ribeirao

Vicente Golfeto, colunista do ACidade ON (Foto: Mastrangelo Reino / Arquivo A Cidade)
    A sequência das informações mensalmente fornecidas pela Secretaria de Planejamento e Gestão Pública da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto nos permite insistir, porque o debate naturalmente ficou aberto, na necessidade de haver duas ações conjuntas entre poder público e segmentos da sociedade, da população interessada.
    Do lado do município é preciso, como já dissemos duas vezes em oportunidades e em textos anteriores, que haja o estabelecimento de um decreto do chefe do poder executivo, ouvida a Secretaria de Planejamento e Gestão Pública, fixando os limites de cada bairro. Do lado da sociedade, as lideranças têm condições de colocar num mapa apropriado os referidos alvarás emitidos, já não mais por loteamentos e por bairros, mas apenas por bairros, que então terá definição de seus limites. O instrumento será um poderoso indicador que apontará claramente para onde a cidade está crescendo e também ensejará condições para que um analista interessado, e com acuidade mental, verifique um problema que já surgiu ou que se encontra em estado latente. Portanto, que pode surgir a qualquer momento. 

    A importância de uma iniciativa como esta, mais ainda com o respeito aos períodos em que se quantifica os referidos alvarás, deixará de ter um metro que poderá ter e passará a frustrar quem desejar se aprofundar na análise que se faça. Os referidos segmentos da sociedade, mesmo com os informes parciais a respeito dos bairros e dos loteamentos cujos alvarás emitidos têm sido anotado, poderão começar localizar os bairros que indicam os caminhos do urbanismo.
O quadro abaixo, atualizado, aponta a liderança dos loteamentos, seriam praticamente bairros, denominados de Horizonte Verde e Terras de Florença. 

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    De qualquer forma, para um total de alvarás emitidos, no período de janeiro a outubro do corrente ano de 2 019, de 2.380 unidades, 1.522 não tiveram nem bairros, nem loteamentos designados e apontados. Estamos diante de uma escuridão de 63,94%. A luz começa a clarear. Mas falta muito ainda para se ter uma realidade total.