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Vicente Golfeto

Pela ótica dos empregos, a recessão ainda não passou

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| ACidadeON/Ribeirao

O professor Vicente Golfeto é colunista do portal ACidade ON (Foto: Weber Sian / ACidade ON)
 

Conforme números extraídos do site do Ministério do Trabalho e Emprego, verificamos que o saldo de empregos gerados provocado pela redução dos desligamentos em face das admissões no arco do tempo de 2012 a 2019, nós vemos que o máximo de empregos gerados e ocupados, num total de 6.979, ocorreu em 2012.  

O segundo ano, por incrível que pareça, foi em 2018, quando o saldo chegou a 6.704. Mas a crise econômica e a recessão pela qual o país como um todo passou, atingiram a economia de Ribeirão Preto principalmente em 2017 quando este saldo chegou ao mínimo de 473.  

Quando se pensou que a recessão já tinha ido embora porque 2018 gerou, como dissemos, 6.704 empregos a sequência foi um saldo de 2.820, durante o exercício de 2019, o que indica que começou a ocorrer praticamente um engasgo nesta estatística de grande importância para a realidade social.  

De qualquer forma, em 2012, 2013 e 2014, a rotatividade ocorrida pelo aumento de admissões e desligamentos, deve ter gerado salários iniciais menores. Mas esta estatística nós não temos.  


De qualquer forma, é nossa intenção, a partir de meados de 2020, trazermos números de admissões e desligamentos de empregados gerando os saldos mencionados para cada um dos municípios da região metropolitana e também de todos os que se encontram entre os demais cinquenta e quatro municípios. É porque estes, somados aos trinta e quatro da referida região metropolitana, formam uma realidade geoeconômica. Estamos falando do nordeste paulista, composto de oitenta e oito municípios.