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Cotidiano

Cantora de Ribeirão Preto Regina Dias lança 'Rasante'

Segundo álbum da cantora ribeirão-pretana traz músicas inéditas e regravações de clássicos da MPB

| ACidadeON/Ribeirao

"Rasante é muito representativo na minha carreira, por conta da produção, arranjos e repertório. Pelo peso de compositores, me sinto gratificada e valorizada. Para quem vive a música é muito importante" (foto: Weber Sian)

A cantora ribeirão-pretana Regina Dias está lançando seu segundo álbum, "Rasante", no qual interpreta canções de grandes compositores brasileiros. O disco navega entre a MPB, o samba, o jazz e a bossa nova.  

Entre as 11 faixas, há músicas inéditas de Fátima Guedes e de Jair Oliveira, uma versão em português de "Seus Olhos" feita especialmente para o álbum, além de regravações de Djavan, como "Navio" e "Olhos de Nunca Mais", do Jorge Vercillo.  

"O CD é uma mistura de sambas interessante, com ritmo e balanço, e canções alegres que mexem com a gente", resume Regina, que se dedica à música desde 1979, conciliando-a com a carreira de enfermeira.  

Conhecida por sua técnica apurada, a cantora representou o Brasil como convidada especial na 8ª edição do Festival Internacional de Bossa Nova, em Mar Del Bossa, na Argentina, no ano passado.  

De acordo com ela, este segundo álbum é bem diferente de "Fantástico Urbano", de 2014, em que fez uma homenagem a sua tia, a artista plástica Odilla Mestriner. "Tinha seleção de composições de músicos independentes e presentes em muitos festivais do País, que selecionados a partir da afinidade musical e estilo", conta.  

Já em "Rasante" a seleção da maior parte dos compositores partiu dos produtores: o instrumentista Paulo Calasans e o percussionista Marco Bosco. As músicas escolhidas por Regina foram "Número Ímpar" e o samba que dá nome ao álbum, ambas composições de Fátima Guedes.  

Calasans assina todos os arranjos, inclusive a regravação de "Eu Preciso Aprender a Ser Só", de Marcos e Paulo Sérgio Vale - compositores da segunda geração da Bossa Nova -, que já foi cantada na voz de vários artistas. "O Calasans fez um arranjo tão primoroso que ficou um clássico moderno. A música está sendo bastante elogiada e fui muito feliz na interpretação.   

Elegantemente ele [Calasans] vestia cada uma das canções, revelando sentimentos múltiplos para a minha interpretação", comenta Regina.  

Como tudo começou  

"Rasante" começou a "nascer" quando Regina Dias foi convidada a gravar uma das faixas do primeiro disco do grupo Soul Mundo, que a acompanham na turnê do show. "O CD deles também conta com a produção de Calasans. Ao conhecê-lo surgiu a ideia do álbum", conta a cantora.  

As gravações de voz foram feitas em quatro dias de março de 2017, em um estúdio de Brotas. "Lembro-me da apreensão inicial que senti pelas músicas já gravadas por outros intérpretes, mas que depois despertaram um sentimento de gratidão. A música é realmente infinita em todas as instâncias desse meu cantar Rasante, despertando sensações, emoções e esperanças na condução de minha carreira como intérprete da Música Brasileira", declara Regina.

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