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Cotidiano

Estado coloca Ribeirão Preto em estado de alerta contra o Aedes

Levantamento da secretaria da Saúde aponta que na região de Ribeirão Preto, há 3,9 focos do Aedes aegypt por residência

| ACidadeON/Ribeirao

Imóveis na região de Ribeirão Preto têm, em média, 3,9 focos de Aedes aegypt (Foto: Weber Sian/Arquivo A Cidade)
 
Balanço da secretaria de estado da Saúde apontou que em cada residência da região de Ribeirão Preto existem, em média, ao menos 3,9 focos do mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya. Ribeirão está em estado de alerta para proliferação do Aedes aegypt.  

A pesquisa, batizada de LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti), foi realizada entre os meses de julho e setembro, em 614 municípios do estado de São Paulo. De acordo com a secretaria da Saúde, 489 municípios apresentaram situação satisfatória.  

No entanto, 128 municípios, entre eles Ribeirão Preto, estão em estado de alerta - na região, Cassia dos Coqueiros, Jaboticabal, Jardinopolis, Luis Antonio e Santo Antonio da Alegria, enfrentam a mesma condição.  

Além disso, outros sete municípios, em todo o estado, estão situação de risco quanto à proliferação do mosquito - Barra do Turvo, Bento de Abreu, São Vicente, Tuiuti, Pedrinhas Paulista, Restinga e Jacupiranga.  

A pesquisa foi feita por profissionais da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias). A classificação de um local como satisfatório, alerta ou risco é calculada com base no IIP (Índice de Infestação Predial).  

O indicador entomológico é calculado pelo número de recipientes com presença de larvas de Aedes aegypti em 100 imóveis pesquisados, sendo considerados satisfatórios aqueles com até 1; alerta, de 1 a 3,9; e risco, acima de 3,9.  

Onde estão?
 
O estudo classificou os diferentes tipos de recipientes em que as larvas podem ser encontradas:  

- depósitos elevados (sótãos); depósitos não elevados (porões); móveis (vasos de plantas, garrafa pet, potes plásticos); fixos (calhas, lajes, piscinas) pneus; passíveis de remoção (toldos, entulhos, sucatas) e os naturais (plantas, ocos de árvore, bambu por exemplo).  

De acordo com a pesquisa, a maior prevalência de larvas do Aedes é em recipientes móveis, chegando a 2 criadouros por casa vistoriada.  

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