Uma mulher que diz ser amiga da professora Larissa Talle Leôncio Rodrigues, encontrada morta no dia 22 de março, no apartamento onde morava, em Ribeirão Preto, se defendeu nesta segunda-feira (19), após supostamente ter sido envolvida em uma denúncia de extorsão.
A mulher, que pediu para ter o nome preservado, afirmou ao acidade on que era amiga de Larissa há mais de dez anos e muito próxima do pai dela.
Na semana passada, a família da professora informou que uma mulher se aproximou do pai com a intenção de arrecadar dinheiro.
A mulher que rebateu a denúncia disse que embora o irmão de Larissa não tenha citado o seu nome, “todos saberiam ser ela”.
R$ 100
A mulher contou que uma semana após a morte de Larissa levou o pai da professora para fazer exames e que recebeu espontaneamente dele a quantia de R$ 100 como forma de agradecimento.
Os fatos, segundo ela, podem ser provados.
Ela também disse que iria até a Polícia Civil registrar um boletim de ocorrência (BO).
Outro lado
O irmão de Larissa, Willian Rodrigues, disse ao acidade on que não teria nada a declarar sobre o caso, pois, não citou nenhum nome nem fez acusação contra ninguém.
Caso Larissa
A professora Larissa Talle Leôncio Rodrigues foi encontrada morta no dia 22 de março, no apartamento onde vivia, no Jardim Botânico, zona Sul de Ribeirão Preto.
O laudo toxicológico divulgado pela Polícia Civil confirmou que a ela morreu envenenada com substância conhecida como chumbinho.
Durante as investigações, o médico Luiz Antônio Garnica, marido de Larissa, e a sogra, Elizabete Arrabaça, foram presos suspeitos de envolvimento na morte da professora.
SAIBA MAIS
Caso Larissa: família de professora encontrada morta denuncia tentativa de extorsão
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