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Ribeirão PretoCotidianoCidade na região de Ribeirão instala mais de 250 armadilhas para o mosquito da dengue

Cidade na região de Ribeirão instala mais de 250 armadilhas para o mosquito da dengue

Armadilhas para monitoramento do mosquito Aedes aegypti estão sendo instaladas em Batatais, cidade na região de Ribeirão Preto

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A Semusa (Secretaria Municipal de Saúde) de Batatais, cidade na região de Ribeirão Preto, está realizando a instalação de 252 armadilhas para monitoramento do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como a dengue, zika e chikungunya.

A ação faz parte das ações realizadas para combater a proliferação do inseto na cidade. De acordo com o diretor da pasta, Rogério Tercal, o objetivo dessas armadilhas é atrair as fêmeas grávidas do mosquito, utilizando um atrativo sintético de oviposição.

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Ao entrarem na armadilha, as fêmeas ficam presas a um adesivo, facilitando a coleta e o monitoramento. O processo não utiliza substâncias tóxicas e não afeta a rotina dos moradores

Rogério Tercal

Vale destacar que apenas as fêmeas do mosquito transmitem as doenças citadas, já que os machos se alimentam de néctar e seiva de plantas. Conforme mapa divulgado pela Prefeitura, as armadilhas foram instaladas em diversas regiões da cidade.

A instalação das armadilhas é acompanhada pela assinatura de um termo de autorização pelos moradores de Batatais, que concordam com a visitação semanal dos agentes de saúde durante o período de um ano.

-Continua após a imagem-

Semusa instala armadilhas para monitoramento do mosquito transmissor da dengue. (Foto: divulgação/ Prefeitura de Batatais)
Semusa instala armadilhas para monitoramento do mosquito transmissor da dengue. (Foto: divulgação/ Prefeitura de Batatais)

Insetos capturados serão enviados para análise em laboratório

Ainda de acordo com as informações da Semusa, os mosquitos capturados pela armadilha serão enviados para uma análise de laboratório e, posteriormente, os resultados devem ajudar a definir as áreas com maior risco de surtos e a planejar ações de combate.

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“A cada vistoria, os insetos capturados são enviados para análise em laboratório, onde são identificados e estudados geneticamente. Esse monitoramento inclui a verificação da virologia do mosquito, identificando se ele está infectado com o vírus da dengue, incluindo seus diferentes sorotipos, e se há presença do vírus da chikungunya”, diz Tercal.

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Vítor Neves
Vítor Neves
Graduado em Jornalismo pelo Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto, atuou como assessor de imprensa, coordenador de podcast e produtor de conteúdo para diferentes formatos. Desde 2023, é repórter do portal acidade on Ribeirão, que faz parte do Grupo EP. Também foi estagiário na EPTV, afiliada da TV Globo, onde participou de grandes coberturas jornalísticas, como a pandemia de Covid-19 e eleições municipais.
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