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Famílias fazem a festa em feira de adoção de pets

Mria Elza e a filha Thaís acordaram cedo e foram ao RibeirãoShopping com o propósito de adotarem duas cadelinhas que viram pela internet no dia anterior

| Jornal A Cidade

Maria Elza e Thaís de Oliveira acordaram cedo para buscar as cachorrinhas que já haviam escolhido por fotos na internet (Fotos: Roberto Galhardo / Especial)

Uma manhã de sol com muitas famílias e crianças à procura de um pet. Foi assim a que começou a 28º feira Adote Pet, neste sábado (7) no estacionamento do RibeirãoShopping, zona Sul da cidade.   

Um pula-pula infantil e 38 animaizinhos 26 cachorros e 12 garos - disponíveis para adoção chamavam a atenção de quem chegava ao centro de compras.  

A dona de casa Maria Elza Tomé de Oliveira, 62 anos, e a filha, a secretária Thaís de Oliveira, 26, não perderam tempo. Logo no início da feira, às 9h já estavam agarradas a duas novas mascotes. Resolveram adotar duas cadelas de uma vez. E, segundo Maria Elza, o encontro entre a família e os filhotes já estava programado.  

"Minha filha viu ontem (6) na internet que as duas cachorrinhas estavam para adoção. Hoje ela acordou cedo e a primeira coisa a dizer foi para virmos na feira. Eu amo cachorros, a intenção era levar apenas uma, mas chegando aqui não resistimos e a outra vai com a gente também".  

A família da empresária Vivian Almeida, 36, também não vai voltar para casa de mãos vazias. Enquanto as filhas se divertiam no pula-pula, Vivian já segurava o novo filhote, que, segundo ela, vai ajudar a superar a perda de um de seus pets.
 
"Tenho mais um cachorro em casa e ele está sentindo muito a falta do outro que se foi. Ele chora todos os dias, essa noite foi muito triste, ele não parou de chorar em nenhum momento. Decidi vir logo pela manhã e vou levar essa menina para casa. Creio que irá chamar Mel".    

A família de Vivian Almeida adotou a cachorrinha que ganhará o nome de Mel (Fotos: Roberto Galhardo / Especial)

A feira continuava a todo vapor, quando a dentista Andréia Mele, 51, e a filha Júlia Mele adotaram um bichinho. Desta vez, não foi um filhote, mas sim uma cachorrinha um pouco mais velha.  

"Eu tinha duas exigências, queria uma fêmea e que ela não fosse filhote. Encontramos esta que foi carinho à primeira vista. Eu sou contra a comercialização de animais, por isso decidi vir e adotar. Estamos querendo chama-la de Paulinha, vamos decidir quando chegarmos em casa", disse Andréia.  

ONG Iluminar  

Segundo a advogada e presidente da ONG Iluminar Viviane Alexandre, 41, a adoção tem um papel fundamental tanto para quem adota, quanto para o animal adotado.  

"É um amor recíproco. Os dois lados ganham, tanto a sociedade como os animais que são protegidos.  

(Neto Túbero com supervisão de Rita Magalhães) 
 


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