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Prefeitura pede que reintegração de posse seja suspensa por 90 dias

Manifestantes da favela Vila União estavam acampados há mais de dois dias em frente a Prefeitura de Ribeirão Preto

| ACidadeON/Ribeirao


A Prefeitura de Ribeirão Preto anunciou, nesta quinta-feira (7), que solicitará a Justiça a suspensão do andamento do processo da reintegração de posse do terreno em que está instalada a favela Vila União, que fica às margens da Via Norte, em Ribeirão Preto.  

Com o acordo, manifestantes que acampavam em frente ao Palácio Rio Branco deixaram o local depois de mais de 48 horas.  

Segundo a Administração Municipal, a interrupção do processo deve durar por 90 dias. A Prefeitura informa que durante esse período vai revisar o cadastro social dos moradores, mapear as moradias existentes e verificar a possibilidade de disponibilizar um abrigo de emergência temporário nas proximidades da favela.  

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A reunião foi entre representantes dos moradores, advogados e o secretário de Planejamento Edsom Ortega. O encontro foi classificado como exitoso pelos moradores. "Conseguimos encaixar um novo grupo de advogados que estão na nossa causa e vamos para cima para ver os tramites da lei.  

Não tem jeito. Se não conseguir nada judicialmente, voltamos para a política. Para nós foi uma vitória", comentou o técnico de manutenção de celulares Wallace Bedurin.  

"Isso não só aflige a nossa comunidade, mas todos os movimentos de moradia de Ribeirão Preto. São 86 comunidades", completou Bedurin. O terreno em que está a favela Vila União pertence a Prefeitura de Ribeirão Preto. No local, vivem 146 famílias, que já foram cadastradas pela Prefeitura.  

O município já encaminhou um projeto para a Caixa Econômica Federal para construção de três prédios residenciais no local. No total, serão 572 unidades habitacionais voltados para atendimento de pessoas com faixa de renda entre um e três salários mínimos, que poderão realizar o financiamento dos imóveis na faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida. 
 





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