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ACidade ON veste azul contra o câncer de próstata

Novembro Azul terá ações dedicadas à prevenção contra o segundo tipo de câncer que mais mata homens no Brasil

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Novembro Azul: mês de conscientização contra o câncer de próstata (Foto: Divulgação)


O ACidade ON está adotando a cor azul neste mês de novembro, que marca a campanha nacional de prevenção contra o câncer de próstata.

O site exibirá o laço azul da campanha em sua logo na página principal, além de mudar a cor na identificação em suas redes sociais - a exemplo do que já acontece no Outubro Rosa, contra o câncer de mama.

Além disso, o ACidade ON também trará a entrevista com um urologista no Segundona, o programa semanal de entrevistas do site, nesta segunda-feira (4).

Eventos e ações realizadas por instituições médicas, ONGs ou órgãos governamentais que tenham o Novembro Azul como tema também terão atenção especial do site, nas cidades das regiões ACidade ON está presente (Araraquara, Campinas, Ribeirão Preto e São Carlos).

PERIGO CRESCENTE

Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) sobre o câncer de próstata revelam um quadro preocupante: até o final do ano estima-se que o país terá 68.220 novos casos da doença.

Tal número corresponde a sete casos a cada hora, somando 31,7% dos diagnósticos de todos os tipos da doença registrados nacionalmente, fazendo deste o mais incidente entre os homens depois do carcinoma de pele não-melanoma.

"Pessoas que estejam na faixa de risco, composta por homens acima de 50 anos, com histórico familiar, precisam discutir com seu médico sobre o rastreamento e os exames necessários. Mas, em geral, todos os homens devem fazer acompanhamento anual", explica o oncologista André Fay, do Grupo Oncoclínicas.

PRECONCEITO E FALTA DE INFORMAÇÃO

Um dos principais obstáculos na prevenção e detecção desse tumor, e outros que afetam apenas a população do gênero masculino, é exatamente a falta de informação.

Uma pesquisa realizada em 2017 pela SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), encomendada pelo Datafolha, indicou que 21% do público masculino acredita que o exame de toque retal "não é coisa de homem".

Considerando aqueles com mais de 60 anos (grupo de risco), 38% disseram não achar o procedimento relevante. Outro dado do IBGE mostrou que aproximadamente 5,7 milhões de homens de 50 anos ou mais realizaram exame físico ou de toque retal nos 12 meses anteriores à pesquisa, equivalendo a apenas 25% dessa faixa de idade.

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