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Neymar quer R$ 3,5 milhões de empresas de Ribeirão Preto

Duas empresas com sede na zona Norte são executadas pela Neymar Sport por uma transação que envolveu um helicóptero

| ACidadeON/Ribeirao


Neymar processa duas empresas de Ribeirão Preto (Reprodução / Youtube)

Neymar, jogador do PSG e da Seleção Brasileira, está executando duas empresas de Ribeirão Preto por causa de uma suposta dívida de US$ 800 mil (R$ 3,55 milhões com correção e atualização).

O caso inclui um helicóptero, modelo Eurocopter EC 1300B4. Essa aeronave está em poder da Neymar Sport e Marketing, empresa administrada pelo pai do Neymar, que é utilizada para gerenciar os bens do astro do PSG. 
 
 
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A execução corre na 7ª Vara Cível foro da cidade de Santos e tem como alvo as empresas Power Aviation Importação Ltda e Tax Empreedimentos Imobiliários Eireli, ambas com sede na rua Guará, no bairro Vila Elisa, na zona Norte de Ribeirão Preto (junto ao Aeroporto Leite Lopes).


Empréstimo

Segundo consta no processo, a Neymar Sport emprestou, em 2013, para à Tax e à Power a quantia de R$ 8 milhões (com a correção, hoje seriam R$ 16 milhões).

O helicóptero, que na época foi avaliado em R$ 6,5 milhões, foi dado como garantia. Como as empresas não fizeram o pagamento do empréstimo até julho de 2014, o helicóptero foi transferido para o patrimônio da Neymar Sport.

No entanto, a empresa do jogador calculou que há uma diferença de US$ 800 mil entre o valor emprestado e o valor da aeronave. Por isso, a Neymar Sport entrou com a ação de execução cobrando R$ 3,55 milhões (valor corrigido e atualizado) da Tax e da Power.

Vale ressaltar que desde o Carnaval de 2019, a Neymar Sports conta com outro helicóptero. O astro da seleção utiliza uma aeronave fabrica pela Airbus, que foi customizada exclusivamente para ele.


As empresas

O ACidade ON tentou falar na empresa Tax, mas não encontrou nenhum contato telefônico. A reportagem conseguiu falar em uma contabilidade, que afirmou comunicaria os proprietários da empresa, mas ninguém retornou o contato.

A reportagem ligou na Power, onde uma mulher que se apresentou como secretária anotou o contato da redação e informou que retornaria, mas, até o momento, esse retorno não aconteceu.

Nós ainda conversamos com um advogado que representa as duas empresas em alguns processos e ele informou que não vai se manifestar sobre esse caso.

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