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Transerp diz que não foi comunicada sobre greve no transporte urbano

Nesta sexta (17), os funcionários das empresas do transporte coletivo de Ribeirão Preto aprovaram a paralisação que começa na terça (21)

| ACidadeON/Ribeirao -

Transerp diz que não foi comunicada sobre greve no transporte urbano - Foto: Divulgação/CCS


A Transerp, empresa responsável pelo gerenciamento do trânsito em Ribeirão Preto, informou que não havia sido comunicada oficialmente sobre a greve dos motoristas das empresas do transporte coletivo da cidade. A paralisação está prevista para ter início 0h de terça-feira (21). 

A greve foi aprovada pelos trabalhadores em duas assembleias realizadas nesta sexta-feira (17), após a recusa da contraproposta apresentada pelas empresas que fazem parte do consórcio PróUrbano para o reajuste do vale-alimentação e o PLR (Programa de Participação de Lucros e Resultados).  

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Os trabalhadores cobram a recomposição de 12,47%, mesmo percentual oferecido pelas empresas de ônibus para o reajuste dos salários. Em comunicado, a Transerp informou que "não foi comunicada oficialmente sobre possível greve no serviço de transporte coletivo urbano de Ribeirão Preto". 

O consórcio PróUrbano também foi procurado, mas não se manifestou até a publicação da matéria. O presidente do sindicato, João Henrique Bueno, disse informou que foi expedido um ofício para informar a situação para Administração Municipal, contudo, por conta do ponto-facultativo, a prefeitura não estava aberta nesta sexta-feira. 

Bueno afirma que outro documento encaminhado ao sindicato patronal, que representa as empresas de ônibus, também foi expedido. "Não sou obrigado a adiar a questão legal, porque a prefeitura está fechada. Eu comuniquei os maiores interessados que são os patrões e eles que corram atrás", disse. 

2ª greve no ano 

Em fevereiro, os motoristas do transporte coletivo de Ribeirão Preto já haviam realizado uma paralisação. Os serviços foram 100% reestabelecidos no dia seguinte ao início da greve. 

Na ocasião, os trabalhadores realizaram a paralisação por conta de atrasos nos salários. O consórcio PróUrbano informou que as empresas não tinham recursos para realizar os pagamentos. 

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