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Golfeto: Exportações dos 54 municípios do nordeste paulista

Ribeirão Preto caiu do nono lugar para o décimo primeiro lugar; Cada vez mais, perde importância econômica relativa

| ACidadeON/Ribeirao

O professor Vicente Golfeto (Foto: Weber Sian / ACidade ON)
 
Em 18 de junho e em 22 de junho, no blog que publicamos periodicamente, analisamos o comportamento das exportações de mercadorias - no período de janeiro a maio de 2020 - nos 34 municípios que formam a região metropolitana de Ribeirão Preto. 

Hoje, trataremos do mesmo tema, mas deslocando o assunto para a realidade dos 54 municípios que, somados aos 34 da região metropolitana, perfazem a realidade sob este ângulo, de todo o nordeste paulista. O quadro abaixo traz, em números, o que nós pretendemos comentar com palavras.
 
 

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Ao cotejarmos a realidade de todos os municípios do nordeste paulista - oitenta e oito, como se sabe - verificamos que, em 2012, o ranking dos que mais exportaram, com o quadro publicado no dia 18 de junho, foram, por ordem decrescente: Araraquara, Matão, Barretos, Sertãozinho, São Carlos, Bebedouro, Luís Antônio, Franca e Ribeirão Preto. Este, como se vê, em nono lugar. 

Deslocando nossa atenção para o corrente exercício de 2020, identificamos as seguintes singularidades, dentre outras:  

1- Enquanto em 2012, três dos dez municípios que mais exportaram mercadorias estão na região metropolitana e, portanto, sete não estão incluídos entre estes mas estão localizados entre os cinquenta e quatro, em 2020, dos dez municípios que mais exportaram, quatro - Sertãozinho, Pradópolis, Luís Antônio e Pontal - são da região metropolitana e seis estão fora dela;  

2- Ribeirão Preto caiu do nono lugar para o décimo primeiro lugar. Cada vez mais, perde importância econômica relativa.

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