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Ribeirão declara situação de emergência por 180 dias

Eventos públicos e privados estão obrigatoriamente suspensos do próximo sábado (21) até o dia 5 de abril na cidade para evitar a proliferação da covid-19

| ACidadeON/Ribeirao

 

Coletiva de imprensa foi concedida pela prefeitura nesta quinta-feira (19) (Foto: Weber Sian / ACidade ON)
 

O prefeito Duarte Nogueira (PSDB) decretou nesta quinta-feira (19) situação de emergência em Ribeirão Preto por 180 dias. 

Todos os eventos, públicos e privados e de qualquer natureza, estão obrigatoriamente suspensos do próximo sábado (21) até o dia 5 de abril na cidade. 

A medida, anunciada durante coleva de imprensa da qual também participou o secretário municipal da Saúde, Sandro Scarpelini, faz parte do protocolo de prevenção ao novo coronavírus (Covid-19), previsto pelo Ministério da Saúde e OMS (Organização Mundial da Saúde).  

Os quatro shoppings centers (Santa Úrsula, Iguatemi, Novo Shopping e RibeirãoShopping) também foram aconselhados a fechar as portas nos próximos dias para evitar a aglomeração de pessoas. O mesmo vale para cinemas, teatros, clubes, clínicas de estética boates e bares.  

"Na área da saúde, todos os funcionários receberão kits de proteção individual e poderão determinar a realização compulsória de exames médicos, laboratoriais, vacinação ou tratamentos médicos específicos", explica o prefeito.    

As orientações foram instituídas pelo Departamento Regional de Saúde e acordadas por 15 unidades de Ribeirão. São elas: Hospital das Clínicas, Secretaria Municipal de Saúde, Santa Casa Beneficência Portuguesa, Santa Lydia, Serviço de Verificação de Óbitos, Nono Grupamento de Bombeiros, Fundação Oswaldo Cruz, Hospital São Paulo, Hospital São Lucas, Grupo São Francisco, Grupo Unimed, Hospital Ribeirania, Maternidade Sinhá Junqueira e o Conselho Municipal de Saúde.  

O decreto prevê, também, que servidores da administração direta e indireta com mais de 60 anos ou portadores de doenças respiratórias crônicas, cardiopatia, diabetes, hipertensão, gestantes e lactantes trabalhem de casa até segunda ordem. Essa decisão exclui prestadores de serviço da Saúde, Segurança Pública e Saneamento Básico.  

"Como sanção, o descumprimento de qualquer dessas determinações e orientações se caracterizará crime à saúde pública", finaliza Nogueira.

*A notícia ainda está em atualização

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