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Após fala de Bolsonaro, Nogueira diz que mantém orientações

O prefeito de Ribeirão Preto afirmou que município seguirá as determinações das autoridades sanitárias contra a covid-19; presidente chamou de extremas medidas de alguns prefeitos

| ACidadeON/Ribeirao

 

O prefeito Duarte Nogueira (ao centro) anunciou os casos confirmados de novo coronavírus em Ribeirão, no última sábado (21) (Foto: Weber Sian / ACidade ON)

Depois do discurso polêmico do Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), afirmou que continuará a seguir as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde) quanto as determinações para prevenção do novo coronavírus (covid-19).  

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Na última segunda-feira (23), seguindo decreto do Governo do Estado, o prefeito de Ribeirão determinou estado de calamidade pública, que entre outras medidas, impõe o fechamento de estabelecimentos considerados "não essenciais" por 15 dias. Além disso, as escolas da rede municipal, assim como, da rede estadual, estão fechadas desde segunda.  

"Seguimos e continuaremos a seguir o que preconiza o ministro da Saúde e a autoridade sanitária da nossa cidade, que é o Secretário da Saúde, Sandro Scarpelini. A orientação é seguir as normas determinadas pela OMS, Ministério da Saúde e Secretaria Municipal de Saúde em respeito aos idosos e a todos que estão em grupo de risco", declarou Nogueira, por meio de nota. 

O prefeito de Ribeirão frisou, no Twitter, que os atos do decreto n° 76/2020 (que declara situação de calamidade pública) continuam valendo.   

Polêmica em rede nacional

Na noite de terça-feira (24), em discurso transmitido em rede nacional de rádio e televisão, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que "alguns poucos governadores e prefeitos precisam rever a decisão de fechar comércios e impor o isolamento das pessoas em suas casas".  

Além disso, ele questionou o fechamento de escolas. "A maioria das vítimas são idosos. Por que então fechar as escolas?", declarou Bolsonaro - ignorando o fato de que crianças e adolescentes podem ser transmissores do vírus para seus avós, por exemplo.  

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