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Acirp critica antecipação do feriado em Ribeirão Preto

Em nota, entidade classificou decisão da Alesp como 'intempestiva'; Feriado da Revolução Constitucionalista foi antecipado para a próxima segunda (25)

| ACidadeON/Ribeirao

Comércio no Centro de Ribeirão Preto (Foto: Weber Sian / ACidade ON)
 
A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) emitiu uma nota de repúdio, nesta sexta-feira (22), a antecipação do feriado da Revolução Constitucionalista de 1932, que passou de 9 de julho para 25 de maio. A medida é para aumentar a adesão das pessoas ao isolamento social.  
 
A mudança na data foi aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) nesta sexta, no Projeto de Lei (PL) 351/2020, elaborado pelo governador João Doria (PSDB). Com a aprovação, todas as cidades paulistas vão celebrar o feriado na próxima segunda-feira (25).  
 
"Em relação à antecipação do feriado de 9 de julho, que comemora a Revolução Constitucionalista, a ACIRP lamenta a decisão tomada de forma intempestiva e entende que essa mudança repentina de data vai atrapalhar a organização do processo de distribuição das empresas, pois envolve cancelar entregas já programadas e escalas de trabalho", disse a entidade em nota de imprensa. 
   
 
MAIS: Confira o plano de retomada das atividades em Ribeirão Preto

 
No texto, ainda, a Acirp afirmou que a "gestão da pandemia não é simples". O órgão, contudo, disse que o "governantes têm que atuar para dar um mínimo de previsibilidade às empresas e pessoas".  
 
A Acirp reiterou que as antecipações de feriados do segundo semestre precisam ser feitas de forma planejada. Desta forma, segundo a Associação, a retomada das atividades após a crise aconteceria mais rapidamente. 

 
CONFIRA, NA ÍNTEGRA, A NOTA DA ACIRP:  
"Em relação à antecipação do feriado de 9 de julho, que comemora a Revolução Constitucionalista, a ACIRP lamenta a decisão tomada de forma intempestiva e entende que essa mudança repentina de data vai atrapalhar a organização do processo de distribuição das empresas, pois envolve cancelar entregas já programadas e escalas de trabalho.  
Compreendemos que a gestão da pandemia não é simples, mas os governantes têm que atuar para dar um mínimo de previsibilidade às empresas e pessoas.  
De outro lado, entendemos que adiantar os feriados do segundo semestre, desde que isso seja feito de forma planejada, pode garantir mais dias úteis de trabalho e produção, e ser uma forma de termos uma retomada mais rápida quando o pior da crise de saúde houver passado".
 
 

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