A Justiça de Ribeirão Preto marcou para o dia 16 de março de 2026 o júri popular do policial militar Maicon de Oliveira dos Santos, acusado pela morte de Júlia Ferraz Signoretto. A jovem foi baleada quando saia de um bar na avenida Independência, na zona Sul de Ribeirão Preto, em agosto de 2023.
Maicon foi denunciado pelos crimes de homicídio doloso qualificado, por ter assumido o risco de matar Júlia, além de duas tentativas de homicídio doloso. Na ocasião, câmeras de segurança registraram o momento que o policial atirou contra dois homens em uma moto.
Ele alegou que estava se defendendo de uma suposta tentativa de assalto. Um dos disparos atingiu Júlia, que morreu no local.

O advogado Maurício Lins Ferraz, que atua com a família de Júlia, afirma que o viúvo da jovem e suas filhas aguardam por justiça. “Estamos acreditando que finalmente será feita justiça neste caso”.
“Os fatos são extremamente graves e nós temos aqui ainda sem qualquer retorno, sem qualquer resposta. […] viúvo da Júlia, o Yuri, e suas pequenas filhas, a Valentina e a Vitória, que aguardam que seja dada uma resposta a esse ato absurdo, violento e que acabou com a vida da Júlia”, completa.
Outro lado
A defesa de Maicon de Oliveira dos Santos foi procurada pela produção da EPTV e disse que ele segue trabalhando na Polícia Militar em trabalhos administrativos e que vai buscar demonstrar ao tribunal que não agiu contra a lei (com informações EPTV).
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