Pedestres e ciclistas que utilizam a avenida Maurílio Biagi, em Ribeirão Preto, tem reclamado do mato alto em alguns trechos da via. Ao acidade on, uma moradora registrou a situação e disse que a falta de manutenção da vegetação tem provocado preocupação nos frequentadores do local.
Em uma das imagens enviadas, é possível ver que o mato alto já começou a invadir a ciclofaixa. Além disso, moradores relatam a presença de capivaras às margens do córrego – veja as imagens abaixo. Vale lembrar que a avenida Maurílio Biagi é uma das principais vias de Ribeirão Preto e registra grande circulação ao longo do dia.




O que diz a Prefeitura?
Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Ribeirão Preto informou que o clima atípico, com calor e chuvas frequentes, acelera o crescimento da vegetação e dificulta os serviços das equipes.
Apesar disso, a Administração afirmou que a Secretaria de Infraestrutura e Zeladoria mantém três equipes de roçada atuando diariamente e que a última limpeza da área citada foi feita no fim de janeiro.
Um novo serviço já está no cronograma de execução para a primeira quinzena de fevereiro
Prefeitura de Ribeirão Preto
Em relação à capivara flagrada às margens do córrego, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade explicou que o local é considerado habitat natural da espécie. “Nesses casos, não há necessidade de intervenção, uma vez que o animal não apresenta risco à população e está em ambiente compatível com seu comportamento natural.”
Veja a íntegra da nota:
“A Prefeitura de Ribeirão Preto destaca que o município atravessa um momento climático atípico, com a combinação de calor intenso e chuvas frequentes, o que acelera o crescimento da vegetação, amplia a demanda por serviços de manutenção urbana e, em diversos momentos, também compromete a execução das próprias ações em campo.
A Secretaria de Infraestrutura e Zeladoria reforçou as frentes de roçada em toda a cidade e mantém três equipes atuando diariamente, de forma simultânea e planejada. Em relação a área citada, uma última roçada foi realizada no final de janeiro e um novo serviço já está no cronograma de execução para a primeira quinzena de fevereiro.
Quanto à presença de uma capivara às margens do córrego, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade esclarece que o local é considerado habitat natural da espécie. Nesses casos, não há necessidade de intervenção, uma vez que o animal não apresenta risco à população e está em ambiente compatível com seu comportamento natural. A atuação do Município ocorre apenas quando há situação de risco, ferimento do animal ou ameaça à segurança pública.“
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