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Homem que morreu em acidente na Abrão Assed era juiz em Cajuru

Amauri era responsável pela Vara do Trabalho na cidade, mas morava em Ribeirão Preto; outras duas pessoas ficaram feridas

| ACidadeON/Ribeirao

Foto: Redes sociais
 

Amauri Vieira Barbosa, de 57 anos, que se envolveu em um acidente nesta quinta-feira (3), na rodovia Abrão Assed, era juiz titular da vara do Trabalho de Cajuru e morador de Ribeirão Preto. Ele morreu ao bater o veículo que dirigia contra o de um casal, que permanece internado.  

À PMR (Polícia Militar Rodoviária), uma testemunha relatou que o homem dirigia um Honda/WR-V e teria jogado o veículo para a esquerda, a fim de evitar a colisão com outro automóvel a sua frente minutos antes.  

A caminhonete em que as outras vítimas estavam, no entanto, seguia no sentido contrário e ele não teria conseguido evitar a batida. As causas ainda serão investigadas pela Polícia Civil.  

Resgate  

O casal foi levado pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ao hospital de Cajuru e, depois, transferido para unidades de saúde em Ribeirão e Mococa. Já a morte de Amauri foi constatada ainda no local pelos socorristas.  

O BO (Boletim de Ocorrência) foi registrado como homicídio e lesão corporal na direção de veículo automotor, ambos culposos quando não há a intenção de matar.  

Nesta sexta-feira (4), ACidade ON tentou falar com o delegado responsável pela investigação, da delegacia de Santa Cruz da Esperança cidade em que o acidente aconteceu mas não conseguiu contato.  

Nota de pesar  

A Amatra XV (Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 15ª Região) publicou uma nota em suas redes sociais lamentando a morte do juiz.  

No texto, o grupo diz que Amauri iniciou sua carreira no TRT-15, aprovado no VI Concurso da Magistratura, em 1995, e foi empossado como juiz titular da Vara em 10 de janeiro de 2000, tornando-se titular da Vara da Cajuru em 21 de janeiro de 2002.  

"Na memória dos que conviveram com ele sobrará a ideia de quem poderia divergir sempre, um homem crítico, um homem sempre atento, mas um homem cheio de galhardia que poderia ser o maior dos contendores verbais, mas não cultivou inimizades, não sobreviveu a sua educação e bom humor nenhum adversário", assinou Marcus Menezes Barberino Mendes.  



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