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Polícia Civil deflagra operação contra o PCC nesta terça-feira

Segunda fase da operação Éfodo cumpre 29 mandados de prisão e de busca em Barretos e mais 8 cidades

| ACidadeON/Ribeirao

Polícia Civil cumpre mandados nesta terça-feira (20) (Foto: Divulgação / Polícia Civil)
 

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (20) a segunda fase da operação Éfodo de combate ao tráfico de drogas da facção PCC (Primeiro Comando da Capital). Foram expedidos 29 mandados de prisão e de busca em Barretos e em mais oito cidades no interior de São Paulo e Minas Gerais.  

Além de Barretos, a diligências acontecem no municípios paulistas de Colina, Taiúva, Balbinos, Getulina, Marília, Pirajuí e Riolândia. Em Minas, a cidade é Três Corações.  

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O delegado Rafael Faria Domingos, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Barretos, disse que entre os alvos da operação, dois são considerados líderes da facção. Um deles já está preso na penitenciária de Pirajuí, na região de Bauru. 

Na operação desta terça foram apreendidos entorpecentes e celulares.

Participam 80 policiais civis das regiões de Barretos, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, além de Três Corações (MG).

Os alvos devem ser indiciados por organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico, conforme o delegado.  

Operação

A Polícia Civil informou que a investigação teve início há dois anos, a partir da prisão de uma dos suspeitos de liderar a organização criminosa.  

"Desde então, os investigadores passaram a analisar celulares, computadores e documentos, os quais possibilitaram a identificação de outros membros da organização criminosa, assim como de parte do grupo que se dedicava a compra, venda e distribuição de drogas na região de Barretos", disse a polícia. 

Na primeira fase da operação, ocorrida em julho de 2020, 23 pessoas acabaram presas.   

O nome da operação tem relação com a Grécia antiga, conforme a polícia, já que os éfodos eram os responsáveis por evitar o extravio de cartas.  

A Polícia Civil disse que um dos investigados, preso nas duas fases da operação, cumpria o papel de levar cartas de presidiários com reivindicações às lideranças que estavam em liberdade.


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