Os pesquisadores da Forp (Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto) e da FCFRP (Faculdade de Ciências Farmacêuticas) da USP (Universidade de São Paulo) estão em busca de voluntários para um estudo clínico sobre o tratamento de lesões por herpes simplex tipo 1.
A pesquisa investiga a relação entre a espessura dos lábios e a predisposição ao surgimento de feridas herpéticas, além de avaliar a eficácia de uma pomada terapêutica desenvolvida previamente e patenteada pela USP.
Os interessados devem comparecer presencialmente a duas consultas na Forp e responder a questionários on-line. Ao todo, serão recrutados 45 participantes.
Como participar?
Os interessados podem se candidatar ao entrar em contato pelo WhatsApp (99) 98451-2083 (Carolina) ou pelo telefone (16) 3315-4008 (Vinicius).
Confira os requisitos:
- Para se candidatar, é necessário ter a partir de 14 anos, com autorização e acompanhamento do responsável legal, ou 18 anos ou mais;
- histórico de ao menos um episódio prévio de lesões herpéticas;
- apresentar sinais e sintomas da fase ativa e entrar em contato com os pesquisadores nas primeiras 48 horas;
- não utilizar medicações antivirais (sistêmicas ou tópicas) nos 15 dias anteriores à etapa clínica da pesquisa;
- e não utilizar produtos tópicos próximos ou sobre as lesões de herpes durante a etapa clínica da pesquisa.
São critérios de exclusão na pesquisa:
- o uso de analgésicos na fase ativa das lesões herpéticas;
- alergia a componentes da fórmula da pomada;
- estágio de descamação seca do herpes; uso planejado de medicamentos adicionais para o herpes labial durante a pesquisa, como aciclovir, por exemplo;
- e uso de preenchimento labial nos 12 meses anteriores à fase clínica da pesquisa.

Tratamento
Segundo a USP, o tratamento será iniciado quando o voluntário identificar o início da fase prodrômica, ou seja, ativa da infecção, momento em que os primeiros sinais e sintomas surgem, mas ainda não há lesão visível.
Cada participante receberá, gratuitamente, um kit com três doses da pomada, que deverá ser usada em até 24 horas. A pomada já foi testada em estudo anterior e apresentou resultados positivos: ação rápida e eficaz, sem formação de crostas esbranquiçadas, com efeito anestésico que auxilia no alívio da dor.
A pesquisa é parte da dissertação Análise da correlação entre a espessura labial e lesões por herpes simplex 1: estudo in vivo, aberto, prospectivo e single-arm da eficácia de uma formulação semissólida como intervenção terapêutica, da mestranda Carolina Cardoso de Araujo, orientada pelo professor Vinicius Pedrazzi (com informações Jornal da USP).
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