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Quem se dispõe a ajudar a encontrar soluções para os problemas da cidade?

Não falo um discurso da boca pra fora ou apenas em texto bem escritos. Confira a coluna da jornalista Sandra Lambert

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Jornalista Sandra Lambert, chefe de redação das rádios CBN Ribeirão e Araraquara (Foto: Weber Sian / ACidade ON)
 
Um Ano Novo  

Nem sempre a gente se sente confortável para abordar alguns assuntos, mas diante da necessidade, não resta alternativa, a não ser aproveitar a visibilidade que eles trazem na sociedade.   

Não pense que estou me referindo as cenas chocantes, obscenas e pornográficas disseminadas pelas redes sociais pelo presidente deste país. Isto ele fez muito bem, ao expor aquilo que é considerado escatalógico - referente aos acontecimentos do fim do mundo e da humanidade. Este excremento foi mais do discutido esta semana. Então, prefiro aqui, neste espaço, me referir a problemas mais vivencias do nosso dia a dia. A proposta é ampliar a visão para os problemas alheios e que também nos dizem respeito. 

Quem se dispõe a ajudar a encontrar soluções para os problemas da cidade? Mas de forma que elas tragam garantias de aplicabilidade e sejam viáveis, inclusive economicamente! Não falo um discurso da boca pra fora ou apenas em texto bem escritos, mas que possam ser colocados em prática. E olha que assuntos não faltam a serem melhor trabalhados na áreas da saúde, economia, educação, mobilidade, infra-estrutura, segurança, lazer e cultura, ambientais, sociais e combate a corrupção. A lista de necessidades é enorme. 

E não vale depender apenas das decisões partidárias e governamentais. É preciso que pessoas, entidades, órgãos e associações passem também a se preocupar com os temas de interesse comum. A junção de ideias, estatísticas e projetos concretos podem embasar as chamadas políticas públicas. São elas que podem ajudar a tornar a sociedade mais justa, democrática e com desenvolvimento sustentável. É bem verdade, que existem outras preocupações que não deixam elas serem amadurecidas, pelo menos, da forma que deveriam. Sempre surgem empecilhos para questões de gênero, raça, credo, idade e espécie. Mas nem por isto elas devem ser deixadas de lado ou minimizadas. 

Para quem acredita que o ano só começou depois do carnaval, saiba que algumas questões anteriores a festa não morrem depois da folia. E que sempre é tempo para enfrentar problemas sérios e de forma unificada, mesmo que haja divergência de opiniões.

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