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Economia

Outubro foi o segundo pior mês para o comércio de Ribeirão

Vendas tiveram queda de 3,19% em relação ao mesmo período de 2017, principalmente nos setores de eletrodomésticos, presentes, móveis e vestuário

| ACidadeON/Ribeirao

Comércio de Ribeirão Preto (Foto: Weber Sian / ACidade ON)
 

Outubro foi o segundo pior mês para o comércio de Ribeirão Preto em 2018, com queda de 3,19% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado.  

O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Sincovarp (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto), por meio da Pesquisa Movimento do Comércio, realizada mensalmente. O estudo ainda é liderado por Maio, que registrou redução de 3,99%.  

Mais de 60% dos comerciantes afirmaram que o último mês alcançou índices inferiores ao de 2017, enquanto 29,2% declaram o contrário e 6,3% consideraram as vendas nos dois períodos equivalentes.  

Apenas o setor de calçados foi positivo, com crescimento de 1,5%. Os demais apresentaram quedas significativas.  

Ainda de acordo com a pesquisa, os piores números ficaram por conta dos eletrodomésticos (6,20%), seguido de presentes (5,48%), móveis (4,5%), vestuário (4,43%), livraria/papelaria (2,60%), ótica (2,50%), tecidos/enxoval (2,40%) e cine/foto (2,15%).  

"O cenário político indefinido e extremamente polarizado que dominou o País no período que antecedeu as eleições manteve a economia em compasso de espera. Nenhum agente econômico ousou tomar decisões com grandes desdobramentos nesse período, o que resultou em uma estagnação da atividade em geral", comenta o economista do Sindicato, Marcelo Bosi Rodrigues.  

"O comércio também sofreu com esse clima de incerteza e acabou amargando a queda observada. Passadas as eleições, as reações dos mercados foram positivas, indicando que apesar do resultado observado, o final do ano poder reservar surpresas positivas", completa.  

Emprego  

Diferente da queda nas vendas, o índice de empregabilidade em outubro deste ano registrou uma pequena elevação - em torno de 0,25% - em relação ao mesmo período de 2017. Entre as empresas entrevistadas na pesquisa, 95,8% declaram que mantiveram seus quadros funcionais inalterados, enquanto 4,2% disseram ter contratado.  

Os setores que saíram na frente foram os de eletrodomésticos, com 1,82%, e tecidos/enxoval, com 0,45%.



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