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Economia

Prefeitura libera salões de beleza; Academias precisam esperar

Segundo o Executivo, no caso dos salões, já havia um protocolo feito para a reabertura, o que não acontece com as academias de ginástica

| ACidadeON/Ribeirao


Foto: Pixabay
 

NOTÍCIA ATUALIZADA ÀS 20H30 DESTA TERÇA-FEIRA (12) 

A Prefeitura de Ribeirão Preto anunciou, nesta terça-feira (12), que o funcionamento de atividades de higiene pessoal e de beleza será liberado novamente na cidade. Com isso, manicures, pedicures, depiladoras, barbeiros e cabeleireiros podem voltar a atuar após a publicação do decreto. 

Em entrevista à EPTV, o prefeito Duarte Nogueira (PSDB) disse que a novidade deve ser oficializada na quarta (13) e, portanto, começa a valer a partir de quinta-feira (14), com base nas normas de higiene e prevenção estabelecidas pelo Ministério da Saúde para combater o novo coronavírus (covid-19).

Já as academias vão precisar esperar uma orientação do Ministério da Saúde e do comitê municipal que está regrando o retorno das atividades em Ribeirão Preto.
 
MAIS: Clique aqui e veja o vídeo completo da coletiva 

As informações gerais foram divulgadas em coletiva, pelo prefeito Duarte Nogueira (PSDB) e pelo secretário da Saúde, Sandro Scarpelini. A mudança ocorreu porque o presidente Jair Bolsonaro incluiu, através do decreto 10.344 / 2020, os salões de beleza e as academias nas atividades essenciais - ou seja, que, na teoria, podem funcionar na quarentena.

De acordo com o prefeito, no caso dos salões de beleza, foi possível liberar porque já há um protocolo. A prefeitura, inclusive, pretendia liberar as atividades, mas acabou impedida por decisão da Justiça.

No caso das academias, não havia previsão de reabertura, por isso é preciso aguardar a criação de um protocolo.   

Confira a nota da Prefeitura na íntegra:

"A Prefeitura informa que abrirá salões de beleza e barbearias conforme decreto federal publicado ontem no Diário Oficial da União e respeitando as orientações sanitárias como utilização de máscaras e distanciamento entre as pessoas. No caso de academias, dependerá da regulamentação do Ministério da Saúde e do Comitê Técnico. Tudo condicionado se o governo do Estado não restringir. Vale lembrar que a Justiça já consolidou que municípios não podem ser menos restritivos que o Estado".

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