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Economia

Geração de empregos desacelera em Ribeirão Preto, aponta Caged

Segundo o Caged, jovens com idades entre 18 e 24 foram os que mais ganharam oportunidades em Ribeirão Preto

| ACidadeON/Ribeirao

Serviços foi o setor que mais contratou em Ribeirão Preto (Foto: Agência Brasil)
 
Ribeirão Preto criou apenas 485 postos de trabalho com carteira assinada em março de 2021. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do ministério da Economia, este foi o menor número de empregos criados em um único mês no ano de 2021. 

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Em fevereiro, o Caged havia apontado a criação de 1.638 postos de trabalho com carteira assinada e em janeiro foram 1.215 empregos formais criados.   

Contudo, na comparação com março de 2020, no início da pandemia do novo coronavírus, o saldo é positivo. Naquela ocasião, foram extintos 1.723 postos de trabalho.  

De acordo com o levantamento, 8.597 pessoas foram contratadas em março deste ano, ante 8.112 demissões de trabalhadores com carteira assinada no mesmo período.  

Por setor
 
O comércio foi o setor mais prejudicado, com 150 vagas de emprego fechadas. Na contramão, a indústria gerou 96 novos empregos formais, a construção civil 243 e o setor de serviço abriu 296 postos de trabalho. Já o setor da agropecuária não gerou novos empregos, mas também não extinguiu.  

O maior número de pessoas contratadas para as vagas abertas em Ribeirão Preto tinha idades entre 18 e 24 anos (400 novos trabalhadores com carteira assinada nesta faixa-etária). Seguido por pessoas com idades entre 25 e 29 anos (148 pessoas).  

Já o grupo mais prejudicado foi o de pessoas com idades entre 50 e 64 anos, com 176 postos de trabalho extintos, seguido por pessoas com mais de 65 anos, que perderam 84 vagas de emprego formal.


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