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Após rebaixamento, técnico pode deixar o Vôlei Ribeirão

À frente do Cavalo Ace desde a fundação da equipe, Marcos Pacheco cita pandemia como principal entrave para permanência

| ACidadeON/Ribeirao

Com permanência incerta, Pacheco diz que pretende seguir na equipe da Cava do Bosque (Foto: Divulgação / Rede social)
 
A passagem do técnico Marcos Pacheco por Ribeirão Preto pode estar perto do fim.  

Desde 2017 no Vôlei Ribeirão, ano em que o Cavalo Ace foi fundado, o comandante deixou em aberto a possibilidade de treinar outro time em 2021.

Na nova temporada, cujo início ainda não foi definido, a equipe ribeirão-pretana vai disputar a Superliga B, depois de ter sido rebaixada na Elite. O próximo calendário também prevê participação no Campeonato Paulista. 
 
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"As coisas não estão confortáveis para nós e nem para os outros, devido à pandemia. Talvez seja o momento de seguir outro caminho, outros rumos, porque o mercado do vôlei é muito restrito. Temos que entender isso, pois é uma realidade, e precisamos nos adaptar a esse momento", declarou o treinador em entrevista ao portal ACidade ON.

Além do vôlei, Pacheco já desempenhou outra função na cidade. Em maio do ano passado, ele foi nomeado secretário de Esportes de Ribeirão. No início deste ano, contudo, cedeu espaço a André Trindade.

O heptacampeão da Superliga (três vezes como técnico e quatro como auxiliar), porém, revela o desejo de seguir no Cavalo.  

"Eu gostei muito de Ribeirão, pois é uma cidade fantástica e esportiva, não só no vôlei. Desde que cheguei, fui muito bem acolhido. No entanto, é difícil querer cravar alguma coisa, porque não depende apenas de mim. Mas, gostaria, sim, de permanecer. Porém, sou um técnico de voleibol e vivo disso", afirmou.

Procurado para falar sobre o futuro do Vôlei Ribeirão, o presidente Luiz Felipe Fonteles, o "Lipe", não respondeu aos contatos da reportagem.

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