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Lazer e Cultura

Noites de cantos e encanto

Tem de Beatles a Negro Spiritual, passando por canções de roda e bossa nova, na Semana Minaz de Corais, que começa amanhã

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Gisele Ganade ensaia um dos corais da Cia (Fotos: Claudio Frateschi / Divulgação)

Na noite desta quinta-feira, a Cia. de Ópera Minaz inicia mais uma edição de sua Semana de Corais, com apresentações de músicas desde o período da Renascença até contemporâneas e populares. }  

A Cia. Minaz apresenta seus dois corais infantis, dois juvenis, um coro lírico adulto, um coro popular e um madrigal (com cantores semiprofissionais e profissionais), além de instituições corais convidadas.  

Crianças, jovens e adultos apresentam no mesmo palco os resultados de meses de ensaios e aulas de canto e coral. "Não existe um processo de preparação para a semana. Existe um processo de aprendizado durante o semestre que tem como ápice a apresentação", explica a diretora artística e criadora da Cia. Minaz,
Gisele Ganade.  

Os integrantes dos corais são pessoas que se inscrevem nas seleções da companhia, a cada janeiro, e se apresentam nos testes, em fevereiro, quando são avaliadas por profissionais e encaminhadas ao grupo de nível mais adequado.   

Uma vez inserido, o integrante passa a ter aulas sobre música e, futuramente, a integrar a companhia na função que desejar. "O regente do coro infantil começou aqui em 1996, no coral infantil, passou por todos os corais, fez faculdade de Música e hoje rege o coro em que ele começou", exemplifica Gisele.   

Mitia D'Acol rege o Madrigal (Fotos: Claudio Frateschi / Divulgação)


Este ano, o repertório da Semana tem canções dos Beatles, a peça "Negro Spiritual", canções de roda, bossa nova, com arranjos de Ary Barroso e Pixinguinha.  

As crianças são uma atração à parte e, segundo Gisele, muito seguras de suas apresentações. "Em agosto vão cantar uma ópera inédita chamada Revolução das Crianças. Elas começaram a ler as partituras e já estão muito animadas. Os pais dizem que já estão cantando as músicas", comenta Gisele.  

Ela acredita na importância da música no desenvolvimento, no aprendizado, na socialização e na qualidade de vida. "Essa organização da arte possibilita que as pessoas tenham mais acesso, conhecimento, transforme e traga mais alegria através da música e do canto", garante a diretora artística.   

(Bruna Zanatto, sob supervisão de Silvia Pereira)

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