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Debate é encerrado com perguntas do público e novos planos comerciais

O gestor de negócios Lucas Rafael participou como público da 1ª edição do Agenda Franca, que debateu novas possibilidades econômicas

| ACidadeON/Ribeirao

Agenda Franca (Foto: Júlia Fernandes)
 

A participação do público ao final da 1ª edição do Agenda Franca, realizada na manhã desta sexta-feira (8), na Secretaria Municipal de Educação, foi assídua e questionadora. Perguntas relacionadas ao setor econômico foram feitas aos três participantes da roda de debate.  

Mara Luquet, colunista de finanças pessoais da rádio CBN e da TV Globo, Ana Beatriz Fernandes, gerente de projetos da Investe São Paulo, e Alfredo José Neto, professor e vice-presidente da ACIF (Associação Comercial de Franca) integraram as cadeiras do seminário.  

"Funcionou como um trampolim para mim. Com a palestra, já estou pensando em novas táticas e formas de investir", ressaltou o comerciante Gerson Antônio Rosa, de 49 anos.  

O técnico de informática Ezequiel Vitorino, 26, também disse que o evento trouxe a ele novos panoramas e esclarecimentos. "Tenho interesse no empreendedorismo e pesquiso muito sobre o tema, apesar de o meu trabalho ser muito fechado", explica.  

Plano de ação  

A última pergunta, feita por Lucas Rafael, 23, foi relacionada ao posicionamento do município no cenário estadual e a sua importância. Ao final, foi categórico em dizer que encontrou respostas suficientes para um plano de ação pessoal e comercial.  

"Fique sabendo do evento através de amigos. Vim para dar minha opinião e entender, a partir de especialistas, quais as projeções de Franca, pois sinto que a cidade cansou de velho e busca ares novos", opinou o gestor de negócios de uma imobiliária.  

Agenda Franca  

A primeira edição do debate Franca, promovido pela OA Eventos, com apoio institucional da EPTV, jornal A Cidade e da agência Investe São Paulo, reuniu cerca de 100 participantes na plateia. O governador Márcio França fez a abertura do Agenda, ao lado de prefeito Gilson Souza.  

Além de destacar os bons índices de geração de empregos e a importância dos seminários, o político comentou os reflexos da crise temporária nacional, causada pela paralisação dos caminhoneiros.  

Para ele, o papel de São Paulo, não apenas nesta questão, é de conduzir o País, e não ser conduzido. "Eu disse ao Presidente da República [Michel Temer] que se ele não solucionasse a questão no nosso Estado, não resolveria no geral. E, com a suspensão da cobrança para eixos suspensos, a gente destravou o Brasil", conclui França.  

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