Aguarde...

ACidadeON Ribeirão Preto

Ribeirão Preto
mín. 20ºC máx. 36ºC

onlist

Kell Smith lança primeiro EP

Cantora de 24 anos vai de rap a MPB para as pessoas e pelas pessoas

| ACidadeON/Ribeirao

Kell Smith / Divulgação
'Escolhi a música para me aproximar das pessoas', diz a cantora Kell (Foto: Kell Smith / Divulgação)

Essa reportagem é para falar sobre a cantora Kell Smith, 24 anos.

Mas eu e ela resolvemos falar sobre você, leitor.

Afinal, é para você que essa revelação da música, hoje com 24 anos, pensa na hora de fazer o que mais gosta: subir ao palco. “O palco é o meu lugar. É onde eu olho no olho das pessoas, canto o que sou e sinto para elas. Recebo delas só carinho e devolvo muita gratidão”, conta, toda orgulhosa, via telefone ao A Cidade.

Palco que a paulistana Kell começou a frequentar há três anos, na noite da interiorana Presidente Prudente, em barzinhos, festas e afins. “Fui tão bem recebida... Me senti tão protegida, tão amada. Foi lá que passei a conhecer a artista que sou”, explica.

E quem é essa garota intuitiva e de voz potente? Alguém que enxerga o outro, que se coloca no seu lugar, escreve e canta o que sente de quem está ao redor. “Escolhi a música para me aproximar das pessoas”, resume.

E se as pessoas são diferentes umas das outras, Kell também o é – por isso, não se prende a rótulos. “Sou o que sinto. Tem dias que me sinto samba, tem dias que me sinto rap, tem dias que me sinto MPB, tem dias que me sinto jazz”, alerta.

Trabalho

Kell Smith assina as quatro canções de seu primeiro EP, batizado de “Kell Smith”. Mas poderia se chamar “Luana”, amiga querida que faz de cada viagem uma experiência de vida única – como Kell canta na canção “Viajar é Preciso”.

Poderia se chamar «Aline», que sabe valorizar cada quintal do Interior, cada parede de boa lembrança, cada brilho dos locais que fazem parte da sua história – igualzinho à letra de “Meu lugar”.

Poderia também se chamar “Daniela”, maestrina das histórias do cotidiano, ali tão presentes e que tanto encantam as pessoas quando contadas – no EP, cantada por Kell em “Era uma vez”.

Ou poderia se chamar “Cléo”, pequeno-grande sinônimo de força para lutar pelos direitos de cada uma e todas as mulheres, sempre a favor do debate, da conscientização, da união – tá lá, em cada rima de “Respeita as mina”.

Que tal “Elis”? Afinal, é grande influência. «Meu pai colocou o disco ‘Falso Brilhante’ para tocar e eu fiquei maravilhada”, lembra – como lembra das viagens ao lado do pai, pastor missionário, regadas a boas histórias e muita música gospel.

Poderia se chamar Rick (Bonadio), homem forte da música que apostou na cantora. Poderia chamar “Luizas” (Brunet e Possi), que participam do clipe “Respeita as mina”, mais de 1,6 milhão de visualizações no YouTube.

Poderia ter seu nome. Poderia ter o meu nome. Afinal, é tudo feito para nós. “Quero que minha música chegue e torne o dia das pessoas mais leve”, avisa a cantora.
Obrigado, Kell.

Novo EP e disco ainda este ano

E Kell avisa: gostou tanto de cantar a vida que já tem novo EP preparado para sair do forno. E mais: ainda em 2017, sai o primeiro disco com as músicas dos dois EPs e outras canções – tudo sob a supervisão de Rick Bonadio. “Eu chamo de mimos”, brinca Kell, toda feliz. “Quero fazer música. Mais e mais”, finaliza.

Comentários

"O site não se responsabiliza pela opinião dos autores. Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do ACidade ON. Serão vetados os comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. ACidade ON poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios deste aviso."

Cadastrados

Nome (obrigatório)
Email (obrigatório)
Comentário (obrigatório)
0 comentários

Veja também