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Política

Lava Jato não imputa crimes a Baroni em denúncia do Rodoanel

Presidente da Cohab de Ribeirão Preto foi alvo de busca e apreensão da Operação Pedra no Caminho

| ACidadeON/Ribeirao

Baroni atuou na Dersa entre agosto de 2015 e agosto de 2017 (foto: Milena Aurea / A Cidade)


A PF (Polícia Federal) e o MPF (Ministério Público Federal) não encontraram indícios de crimes praticados pelo presidente da Cohab de Ribeirão Preto, Nilson Baroni, nas obras do trecho norte do Rodoanel, quando era diretor da Dersa.  

No dia 27 de julho, 14 pessoas foram denunciadas à Justiça por integrarem organização criminosa que teria fraudado licitações, resultando em um prejuízo estimado em R$ 480 milhões aos cofres públicos do governo estadual.  

Baroni foi alvo de busca e apreensão em 21 de junho, quando a Operação Pedra no Caminho, desdobramento da Lava Jato, foi deflagrada. Ele atuou como Diretor de Operações da Dersa empresa estatal responsável pela contratação e fiscalização das obras do Rodoanel - de agosto de 2015 a agosto de 2017.  

Na denúncia protocolada na Justiça Federal, o MPF afirmou que nenhum ocupante do cargo de Diretor de Operações foi denunciado, "porquanto não se vislumbrou indícios de sua participação" nos crimes.  

Em nota, porém, o MPF informou que "as investigações continuam em aberto em relação a todos as pessoas que foram objeto de prisões  
temporárias e de busca e apreensão na Operação Pedra no Caminho".  

O MPF também ressaltou que "o oferecimento desta primeira acusação não implica o arquivamento das investigações, que prosseguem normalmente".  

Segundo a denúncia, os 14 integrantes da organização criminosa que inclui representantes de empreiteiras e da Dersa - operou fraudes no trecho norte do Rodoanel entre outubro de 2014 até a deflagração da operação.  

Entre as fraudes, PF e MPF constataram que, apesar da licitação já ter incluído a possibilidade de remoção de rochas na obra do Rodoanel, foram feitos aditivos para esse tipo de serviço, sob a justificativa de que "as condições encontradas nas obras eram mais severas que as previstas na época da licitação". 

LEIA MAIS:  

Presidente da Cohab de Ribeirão Preto é investigado pela Lava Jato 

Outro lado 

Procurado pelo A Cidade, Baroni emitiu o mesmo posicionamento de junho, quando a Pedra no Caminho foi deflagrada. Ele disse confiar na Justiça e que sempre pautou sua vida "com honestidade e honradez".  

Em audiência na Câmara em julho para tratar da dívida da Cohab, ele foi questionado sobre a operação. Disse, na ocasião, que tem vida "simples e humilde" e mora com os pais no mesmo apartamento há 35 anos. Disse, também, que como diretor de Operações tinha como principal atribuição cuidar das balsas.

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