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Candidato a vice de Suely quer assumir secretaria, caso eleito

Mateus Eduardo (Pode), candidato a vice na chapa de Suely Viela, na disputa pela Prefeitura de Ribeirão Preto, conversou com o ACidade ON

| ACidadeON/Ribeirao -

Mateus Eduardo - Podemos (Foto: Weber Sian/ACidade ON)
 
O empresário Mateus Eduardo Vilela, tem 38 anos de idade e é filiado ao Podemos. Nas eleições municipais de 2020, ele concorre como candidato a vice-prefeito de Suely Vilela (PSB), na coligação Legado Para Servir Ribeirão, que além dos dois partidos, ainda conta com PSD, Solidariedade e Cidadania.  

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Embora tenha o mesmo sobrenome que a companheira de chapa, o empresário não tem parentesco com Suely. Em 2020, ele participa pela quarta vez de uma eleição. Antes, ele disputou uma cadeira na Câmara de Vereadores pelo PV em 2008, 2012 e 2016.  

Ao ACidade ON, Mateus Eduardo fala da relação com Suely Vilela, de como seu nome foi escolhido para ser candidato a vice-prefeito e o papel que ele e seu partido, o Podemos, devem ter, caso a chapa vença o segundo turno para Prefeitura de Ribeirão Preto.  


ACIDADE ON - Relação com a Suely
 
MATEUS EDUARDO - "Eu a conheci em 2018, ela ministrando palestra na universidade. Na UNIP. Eu a conheci naquela ocasião e naquele ano ela foi candidata a deputada estadual. Então, eu tive um contato com ela mais aprofundado. Naquela ocasião conversamos sobre ela candidata, mas de 2018 para cá, não tivemos mais nenhum contato. Aí, nós fizemos uma coligação e foi lançado o meu nome como vice da chapa".  
 

Acordo que melou fez virar candidato a vice
 
"Não sei os detalhes, mas estava tudo certo com o [juiz aposentado João] Gandini [que entraria na disputa pelo MDB] e, por motivos particulares dele, decidiu tirar a candidatura. Aí, o pessoal do PSB, conversando com o Podemos, fizeram essa coligação e precisavam de um nome para ser vice. Foi quando eu entrei nessa chapa. Estava certinho para ser candidato a vereador, estava com todos os meus documentos certos. Tinha feito uma planilha para disputar um cargo no Legislativo. Esse era o meu objetivo no início".  
 

Desconhecido
 
"Olha, a Suely e eu somos novos na política. Eu como empresário há 15 anos, não tenho nada que desabone meu nome na cidade. Eu tenho experiência, sou formado em finanças pessoais, tenho experiência de 20 anos em gestão de negócio de pessoas, tenho dois anos de relações públicas pela Universidade de São Paulo. Sou um homem novo na política. O que eu quero fazer, é uma gestão para pessoas. Eu tenho a minha empresa, eu tenho a minha vida pessoal. E, ao ser convidado para essa chapa, eu me interesso pelo bem coletivo. Eu me interesso em realizar as coisas que ficam só no papel. Nós temos um plano de governo para ser feito para as pessoas. Dentro da sociedade, posso não ser muito conhecido, mas o meu diferencial é o meu nome limpo".  
 

Escondido na campanha
 
"Eu acredito que essa eleição é uma eleição atípica. Nós estamos vivendo um período de pandemia. O tempo da campanha foi reduzido pela metade e é um tempo muito pequeno para elaborar um trabalho. Então, acredito que esse foi um dos fatores que os vices ficaram mais escondidos, digamos assim, dos meios de comunicação. Mas, por exemplo, eu como candidato a vice da Suely, estou há 53 dias na rua, trabalhando todos os dias, visitando os bairros, feiras, empresas, entidades".   


Como imagina papel no governo
 
"Eu pretendo ter uma participação ativa. Até porque, é uma característica minha, que eu não gosto de ficar vendo as coisas acontecer. Então, eu vou ser eleito pela voz do povo, diretamente, para ser vice-prefeito. Então, sendo eleito como vice-prefeito, eu pretendo estar trabalhando ativamente, assumindo uma secretaria, estar colaborando com a sociedade. Nós não fechamos isso ainda. O nosso objetivo agora é ganhar a eleição".  
 

Relação com a Câmara
 
"Nós temos só quatro vereadores da coligação (três do PSB e um do Cidadania). Nós vamos estar abertos na comunicação com a Câmara, até porque precisamos. É uma parceria. Executivo e Legislativo precisam trabalhar juntos por um bem comum, que é o bem da cidade. Vamos buscar essa abertura, vamos buscar esse diálogo, para que nós possamos trabalhar para as famílias e pessoas da cidade".  
 

Podemos de fora da Câmara
 
"Por isso, que tem que eleger o vice-prefeito do Podemos, porque aí nós temos um representante do Podemos. Eu fiquei um pouco triste, claro, gostaríamos de ter uma cadeira do Podemos. Mas, infelizmente, não conseguimos".  
 

Podemos vai entrar no governo  

"Nós não fechamos nenhuma secretaria. Nenhuma promessa. Inclusive, nós estávamos em uma reunião com os partidos da coligação e um candidato pediu a palavra e fez uma pergunta: Se vocês vencerem a eleição, nós estamos dentro, né?. Nossa resposta foi objetiva. É óbvio se aqui tiver uma pessoa técnica, preparada, que conheça daquela respectiva secretaria, que possa somar no governo, por que não? Faz muito sentido. Mas, nós não prometemos. Poderíamos ter falado que todos vocês vão estar dentro, para dar o incentivo. Mas nós não fizemos. Nós falamos se tiver um candidato aqui, técnico, preparado, que conheça, que seja apto para somar no governo, obviamente que vai estar dentro".  

*O candidato a vice concedeu a entrevista em um ambiente ventilado, com distanciamento social.
**na sexta-feira (27) será publicada e entrevista com Daniel Gobbi (PP), candidato a vice na chapa de Duarte Nogueira (PSDB).


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