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Reunião da CEE da Pandemia em Ribeirão termina na delegacia

Chefe da Fiscalização Geral da Prefeitura de Ribeirão Preto discutiu com integrante de movimento por moradia

| ACidadeON/Ribeirao -

Diretor da Fiscalização Geral de Ribeirão Preto, Antônio Carlos Muniz (no canto esquerdo) e Platinir da Silva Nunes (do lado direito) (Foto: Reprodução/TV Câmara Ribeirão)
 
A reunião da CEE (Comissão Especial de Estudos) que analisa os gastos da Prefeitura de Ribeirão Preto na pandemia da covid-19, realizada nesta terça-feira (24) na Câmara Municipal, teve discussão que virou caso de delegacia. 

A discussão foi entre o diretor do departamento da Fiscalização Geral da Prefeitura, Antônio Carlos Muniz, e Platinir da Silva Nunes, representante da União dos Movimentos por Moradia.  

Platinir reclamou de ações de reintegração de posse realizadas pela Fiscalização Geral. "Se você assistir o que acontece no Afeganistão e assistir as filmagens que a gente tem e que aconteceu na cidade, vocês vão ver as pessoas do mesmo jeito, arrastadas", disse Platinir, que afirma ter recebido ameaças.  

Muniz, que estava ao lado na reunião, classificou as acusações como mentira. "Muita mentira aqui. Eu acho que mereço no mínimo de respeito aqui. Eu não posso ouvir tanta mentira assim de uma pessoa que só estimula invasão de terra", afirmou Muniz, que pediu provas das acusações  

Na delegacia
 
Em contato com a coluna, Antônio Carlos Muniz disse que vai solicitar as imagens da reunião e registrar um boletim de ocorrência contra Platinir. O representante dos movimentos por moradia também foi procurado para comentar a discussão, porém não atendeu as ligações.  
 

Não cumprimento
 
 
Na edição desta terça do Diário Oficial do Município, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), publicou decreto que determina o não cumprimento da lei municipal 14.592/2021, que suspende medidas de reintegração de posse durantea pandemia. A lei foi citada por representantes dos movimentos por moradia na CEE da Pandemia. 


O texto já havia sido vetado pelo chefe do executivo, mas o veto foi derrubado pela Câmara Municipal na semana passada e a norma promulgada automaticamente. A prefeitura alega que a lei é inconstitucional.


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