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Inflação: Obras de mobilidade ficam mais caras em Ribeirão

Reajustes publicados pela Prefeitura de Ribeirão Preto preveem aumento de R$ 7,7 milhões nos valores de duas obras

| ACidadeON/Ribeirao -

Obra de implantação de corredor de ônibus na avenida Thomaz Alberto Whately (Foto: Divulgação/CCS Ribeirão)
 
Duas obras de mobilidade urbana previstas pela Prefeitura de Ribeirão Preto ficaram mais de 10% mais caras cada. Ao todo, os cofres do município terão de desenbolsar R$ 7.793.296,98 para conclusão de dois corretores de ônibus localizados nas zonas Norte e Oeste da cidade.  

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As obras em questão são a implantação do corredor de ônibus norte-sul trecho 1, que tem previsão de instalação de ciclovias, nas avenidas Thomaz Alberto Whately e Magid Simão Trad, e a construção dos trechos 2 e 3 do mesmo corredor de ônibus, só que na avenida Luzitana, onde também é previsto a instalação de uma ciclovia.  

A primeira obra, que está a cargo da JZ Engenharia e Comércio LTDA, sofrerá reajuste de 13,13%, com os custos saltando de R$ 23,9 milhões para R$ 27,1 milhões - aumento de R$ 3.149.987,18. Segundo a administração municipal, as obras deste trecho estão 34% concluídas.  
 

Outro reajuste  

Já a segunda obra, na avenida Luzitana, que está a cargo da DGB Engenharia e Construções LTDA, foi reajustada em 12,76%, ou seja, R$ 4.643.309,80. Isso porque, o valor previsto inicialmente para a construção pulou de R$ 36,3 milhões para R$ 41 milhões. Os reajustes foram publicados no Diário Oficial do Município.  
 

Outro lado  

Em contato com a coluna, a Prefeitura de Ribeirão Preto informou que os reajustes estão previstos em contrato e estão baseados na inflação, pelo IPC (Índices de Preços ao Consumidor), que deve ocorrer a cada 12 meses. Questionada, a administração municipal não informou quando as obras devem ser entregues.  
 

Atrasado e mais caro  

Outra obra que também ficou mais cara foi a reforma do antigo prédio da Caixa Econômica, na rua Américo Brasiliense, 426, no Centro. O imóvel deve abrigar a futura sede da prefeitura enquanto o centro administrativo não sai do papel.  

Há duas semanas, a coluna informou que a prefeitura prorrogou a entrega do imóvel, por conta de ajustes na reforma, por mais cinco meses. Agora, o executivo declarou que os custos saltaram de R$ 4.456.689,52 para R$ 5.364.034,07 - R$ 907.344,55 além do previsto -, ou seja, reajuste de R$ 20,36%. 
 
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Prédio na rua Américo Brasiliense, onde será sede da prefeitura (Foto: Leonardo Santos/ACidade ON)

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