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Presidentes dos grandes de SP debatem direitos de TV e bebidas em estádios

Autorização das bebidas nos estádios entrou em evidência neste mês após a Assembleia Legislativa paulista aprovar projeto de lei que autoriza a venda e o consumo em arenas esportivas

| FOLHAPRESS

Cerveja. (Foto: Divulgação)

O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, convidou para uma reunião na última terça-feira (25) os mandatários dos outros três grandes clubes paulistas -Andrés Sanchez, do Corinthians, José Carlos Peres, do Santos, e Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, do São Paulo.   

O encontro serviu para tratar de temas comuns aos quatro times, afim de tomar posições em bloco quando esses assuntos forem discutidos no futuro. 

Confirmada pela reportagem, a informação foi publicada pelo Globoesporte.com inicialmente.  

Entre os assuntos tratados, segundo pessoas ligadas aos clubes, estão a negociação de direitos internacionais de transmissão do Campeonato Brasileiro, a liberação de bebidas alcoólicas nos estádios, o número de jogadores inscritos no Campeonato Paulista e o uso do estádio do Pacaembu. 

A ideia é que, com um posicionamento em comum dos quatro grandes times do estado, previamente acertado, a vontade dos clubes tenha mais força em disputas esportivas, econômicas ou jurídicas. Um desses temas, a autorização das bebidas nos estádios, entrou em evidência neste mês após a Assembleia Legislativa paulista aprovar projeto de lei que autoriza a venda e o consumo em arenas esportivas do estado. 

O governador João Doria (PSDB), porém, disse que vai vetar o projeto, alegando inconstitucionalidade. A venda dos direitos internacionais de transmissão do Brasileiro também entrou em pauta. 

Em abril, a CBF anunciou que a concorrência precisaria ser refeita porque a vencedora, a Sport Promotion, tentou incluir de última hora direitos sobre apostas online, o que foi rechaçado pela confederação e pelos clubes. 

O processo terá que ser realizado pela terceira vez, já com o campeonato em andamento. A intenção daqui para frente é que os presidentes se reúnam com mais frequência para formar consensos.

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