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Cotidiano

Familiares fazem vakinha e feijoada para ajudar criança com leucemia

Rafinha foi internada após desenvolver doença do enxerto, rejeição após um transplante de medula. Adolescente de 13 anos foi diagnosticada com leucemia aos 10

| ACidadeON/São Carlos

Familiares fazem vakinha e feijoada para ajudar criança com leucemia em Dourado. Foto: Reprodução

A família da adolescente Rafaela Cezar Silva, diagnosticada com leucemia, está angariando fundos para o tratamento da filha, que teve rejeição após um transplante de medula e está internada no Hospital São Camilo. Em Dourado, parentes organizam eventos beneficentes para ajudar a menina.

A cada três dias, são cerca de R$ 50 mil gastos na UTI do hospital para tratar da doença do enxerto, desenvolvida após o transplante de medula feito no fim de 2019 e que já afetou órgãos como intestino, pulmão e coração, além de ter frequentes crises convulsivas.

Para ajudar com os gastos totais da internação, familiares da menina criaram uma vaquinha online, onde podem contribuir com cartões de crédito ou boletos e está fazendo eventos beneficentes como almoço, leilões e feijoadas em Dourado (SP).

No próximo domingo (16) haverá a Feijoada em prol da Rafinha na cidade. A marmitex é vendida a R$ 15 e pode ser retirada no Armazém e Disk Bebidas Dourado. A renda será revertida para o tratamento.  

"Achamos que o pior já tinha passado, com a pega da medulinha, mais o pior momento está sendo agora. Portanto pedimos primeiramente muita oração para o restabelecimento da saúde da nossa guerreira. Pedimos também que não parem de contribuir com qualquer quantia que puderem, para ajudar-nos a salvar nossa princesa", disse o pai Alessandro Miranda da Silva.

História
O primeiro diagnóstico leucemia LLA-T veio aos 10 anos, quando Rafinha fez dois anos de quimioterapia e recebeu o diagnóstico de cura. Porém, aos 13 anos, a notícia de que a doença teria voltado abalou todos os familiares e moradores de Dourado, onde a menina é muito querida.

Dessa vez, a jovem precisou passar por um transplante de medula óssea urgente chamado haploidêntico, já que desenvolveu problemas cardíacos devido as altas doses de quimioterapia e não conseguindo esperar um doador compatível.

O tratamento custou cerca de R$ 1.500.00,00 e também foi possível graças a ajuda de doadores. Agora, Rafinha precisa ainda mais para conseguir sobreviver.

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