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Cotidiano

Governo aprova auxílio de R$ 600 para Sara Winter

Extremista são-carlense foi solta na última quarta-feira (24), por determinação do Supremo Tribunal Federal

| ACidadeON/São Carlos

Sara Winter, extremista são-carlense. Foto: Reprodução
O Governo Federal aprovou o auxílio emergencial da extremista são-carlense Sara Giromini. Especialista avaliou se a situação é legal ou não pelo ponto de vista jurídico.  

A informação foi confirmada pelo portal oficial do Auxílio Emergencial da Caixa Econômica Federal. O pedido havia sido efetuado em 29 de maio e agora poderá ser sacado de acordo com as determinações da Caixa.  O portal ACidade ON está buscando um posicionamento da sua defesa sobre a aprovação.  

Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator do Supremo Tribunal Federal (STF), Sara foi liberada na última quarta-feira (24) e terá que usar tornozeleira eletrônica, assim como os outros cinco integrantes do grupo de extrema direita 300 do Brasil que estavam presos também por ordem do STF.  

Winter está entre os líderes do grupo, um dos responsáveis pelas manifestações de apoio ao presidente Jair Bolsonaro nas últimas semanas em Brasília e de ataques a integrantes do Congresso Nacional e do STF.  

Ela estava presa desde o dia 15. Foram duas prisões temporárias de cinco dias determinadas por Alexandre de Moraes.
Outros integrantes do 300 do Brasil também foram liberados. Sara estava no presídio feminino da Colmeia, em cidade satélite de Brasília.  

Ponto de vista jurídico
Segundo o advogado e professor de Direto da USP, Daniel Pacheco, a situação é legal, principalmente pelo fato dela não estar presa e sendo beneficiada com alimentação do Governo.  

"Neste caso, precisa ver se ela cumpre todos os requisitos porque tem outros requisitos a serem cumpridos. Mas no ponto de vista jurídico, não tem problemas, porque como ela está solta, ela não está vivendo nas custas do Estado, então ela pode ter o direito sim. Seria estranho no caso dela estar na cadeia, estar comendo na cadeia e vestindo roupas da prisão e ainda receber o benefício", explicou.

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