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Pesquisa da UFSCar oferece tratamento para pessoas com dores no ombro

Cientistas querem comparar os resultados da reabilitação realizada remotamente com a feita de forma presencial

| ACidadeON/São Carlos -

Pesquisa busca comparar diferentes tratamentos. Foto: Freepik
Uma pesquisa da UFSCar oferece programa de exercícios terapêuticos para pessoas que sofrem de dores no ombro.

A iniciativa é conduzida pelo Laboratório de Avaliação e Intervenção do Complexo do Ombro, do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da universidade. A pesquisa quer comparar os resultados de um programa de exercícios terapêuticos para o ombro realizado a partir da telerreabilitação com o mesmo protocolo sendo realizado presencialmente.   

O projeto é desenvolvido pelo doutorando Vander Gava, com orientação da docente Paula Rezende Camargo, do DFisio, e tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). 

De acordo com os pesquisadores, a dor no ombro é uma das maiores queixas de dor e perda de função na população. Para eles, o tratamento fisioterapêutico é efetivo para o paciente e pode ser ampliado a um número de maior de pessoas por meio da telerreabilitação - tratamento é ofertado a distância por meio de videochamadas, ligações ou suportes semelhantes.

"Os resultados deste estudo ajudarão os clínicos a entenderem se existem diferenças entre a telerreabilitação e o tratamento presencial para a dor no ombro. Além disso, será possível identificar quais as barreiras e os facilitadores do atendimento por telerreabilitação", relata Vander Gava. 

A pesquisa vai oferecer uma avaliação presencial aos voluntários e eles também responderão questionários eletrônicos. Após essa etapa, o participante será alocado de forma aleatória para o grupo de telerreabilitação ou para o grupo de tratamento presencial. Toda a equipe de pesquisa já está vacinada e adota todas as medidas sanitárias para a Covid-19. 

Para realizar o estudo, estão sendo convidadas pessoas, entre 18 e 60 anos, com dor no ombro há pelo menos três meses, sem histórico de fratura, cirurgia ou luxação no ombro e que não tenham dor significativa na coluna cervical que irradia para o ombro e braço. Os participantes também não podem ter diagnóstico de ombro congelado ou de doença sistêmica que afete as articulações e não podem ter realizado tratamento fisioterapêutico nos últimos seis meses. É necessário residir em São Carlos (SP) e ter disponibilidade para realizar os exercícios duas vezes por semana durante 12 semanas e completar os questionários enviados de maneira online durante o período do estudo. 

Os interessados devem entrar em contato com o pesquisador pelo WhatsApp (16) 99734-8105 (Vander Gava) ou pelo e-mail vandergava@estudante.ufscar.br.

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