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ASSISTA: Esquadrilha da Fumaça comemora 70 anos com apresentação especial

Transmissão começa a partir das 14h30, no YouTube, e ocorre na Academia da Força Aérea, em Pirassununga

| ACidadeON/São Carlos -

Coração desenhado no céu por aviões da Esquadrilha da Fumaça. Foto: Sargento Johnson/FAB/Arquivo

Para comemorar o aniversário de 70 anos, a Esquadrilha da Fumaça realiza, neste sábado (14), a 'Live Fumaça 70'. A transmissão, que tem início marcado para 14h30, ocorre da Academia da Força Aérea, em Pirassununga. (Assista abaixo)

Por conta da pandemia de coronavírus, o evento será apenas online e não está permitida a presença de público no local. A live terá duração de 1h30 e será transmitida pelo canal no Youtube da Esquadrilha da Fumaça.

A apresentação mostrará acrobacias de aviões civis e contará com participações especiais de personalidades que já voaram com a Esquadrilha da Fumaça. 



Início da Esquadrilha
Utilizando as aeronaves North American T-6, a Esquadrilha da Fumaça começou com a iniciativa de jovens instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, em 1952, sediada no Rio de Janeiro.

Nas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução, os motivando para a pilotagem militar.

Após alguns apresentações, os pilotos notaram a necessidade de proporcionar ao público uma melhor visualização das manobras executadas e, com isso, em 1953, um tanque de óleo exclusivo para produção de fumaça foi acoplado nas aeronaves.

Foi assim que os cadetes e o publico, carinhosamente, batizaram a equipe de 'Esquadrilha da Fumaça', e a primeira escrita da equipe foi a sigla FAB, que significa Força Aérea Brasileira, nos céus da praia da Copacabana.

Avanços
Em 1955, a Esquadrilha da Fumaça passou a contar com cinco aviões com distintivo e pintura próprios. Assim, o grupo foi aumentando o número de manobras e se popularizando cada vez mais no Brasil e no exterior.

Com as melhorias, em 1963, o grupo se transformou na 'Unidade Oficial de Demonstrações Acrobáticas da Força Aérea Brasileira', único no mundo a se apresentar com aviões convencionais. Até que em 1969 recebeu 7 jatos Super Fouga Magister (T-24).

Por limitações técnicas, os T-24 operaram até 1972 e após mais de 1,2 mil apresentações, o então Ministério da Aeronáutica resolveu não utilizar mais a aeronave.

Com as melhorias, em 1963, o grupo se transformou na 'Unidade Oficial de Demonstrações Acrobáticas da Força Aérea Brasileira', único no mundo a se apresentar com aviões convencionais. Até que em 1969 recebeu 7 jatos Super Fouga Magister (T-24).

Por limitações técnicas, os T-24 operaram até 1972 e após mais de 1,2 mil apresentações, o então Ministério da Aeronáutica resolveu não utilizar mais a aeronave.

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