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São CarlosCotidiano"Aqui está quentinho demais", agradece Matias, um dos abrigados em ação contra o frio em São Carlos

“Aqui está quentinho demais”, agradece Matias, um dos abrigados em ação contra o frio em São Carlos

Bolo, chá, alimentação completa e um lugar quente para dormir são algumas coisas que podem devolver a dignidade àqueles que nada têm e sofrem ainda mais nestes dias gélidos na cidade

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“Nós iríamos dormir no relento. Aqui está quentinho demais e estou muito agradecido”, afirmou Matias, morador de rua que encontrou um lugar quente para poder passar a noite, em São Carlos.

Bolo, chá, alimentação completa e um lugar quente para dormir são algumas coisas que podem devolver a dignidade àqueles que nada têm e sofrem ainda mais nestes dias gélidos na cidade.

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Na última noite, São Carlos registrou 9°C de mínima; hoje, a condição tende a ser mais fria. O vento cortante reduz ainda mais a sensação térmica nas ruas.

O trabalho é em várias mãos, muitas delas são de voluntários. A parceria entre a Paróquia São Francisco de Assis, Prefeitura de São Carlos e o voluntariado dão acolhida no Ginásio do Pacaembu.

Lá, além de um local quente e alimentação, os assistidos recebem roupas limpas, cobertor, toalha, sabonete, escova e pasta de dente.

Quem necessita só precisa ir até o local. A Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania realiza a busca ativa nas ruas. As vagas são limitadas a 50 no ginásio, mas se alguém aparecer há um esforço de acolhida, de acordo com o padre João Victor Bulle.

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“Nós oferecemos alimentação, como café da manhã, almoço, café da tarde, janta e café da noite. A permanência é ininterrupta”, explica.

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A iniciativa começou em 2019, e desde então, a voluntária Eva Aparecida Paulisso participa da ação. Antes, há 15 anos, foi integrante da Pastoral da Rua.

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“O que mais me chocou no primeiro contato que eu tive com os irmãos de rua foi quando eu encontrei um deles na Praça do Mercadão tremendo e eu achei que era de frio. Ele me falou que tremia de fome. Isso me chocou, me comoveu e pensei: ‘Não posso parar’”, relata.

As refeições no abrigo são por conta da dona Eva. Da sopa consistente e com o cheiro tão bom vem o aconchego, que chega como um abraço de mãe os mais necessitados.

“Eu ir dormir na rua e o albergue está lotado. O trabalho deles é excelente”, conta Elder, um dos assistidos.

“Toda pessoa tem direito a um lugar para dormir, à alimentação. Se nós pudermos preservar, resgatar a dignidade ou pelo menos garantir a vida, evitando que eles morram [de frio], nós vamos nos esforçar por isso”, completa o padre.

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