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São CarlosCotidianoBiólogo afasta a possibilidade de haver ariranha em lago de Araras

Biólogo afasta a possibilidade de haver ariranha em lago de Araras

A desconfiança de um animal “diferente” no lago surgiu após pedaços de peixes comidos serem vistos no local

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As ariranhas estão praticamente extintas no Estado de São Paulo e sua presença em lago de Araras é praticamente descartada por biólogo consultado pelo acidade on São Carlos.

Ontem, a Prefeitura de Araras divulgou um “alerta” informando sobre a presença do animal e pedindo cuidados extras aos visitantes do Lago Municipal. O assunto tomou as redes sociais, com pessoas curiosas sobre a aparição do animal que dificilmente é visto por essas bandas.

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“Possivelmente não é uma ariranha, mas sim uma lontra, que é mais comum na região. A ariranha é um animal maior, diurno e vive em grandes bandos. Além disso, está praticamente extinta no estado de São Paulo, restando apenas alguns remanescentes no Vale do Ribeira e próximo ao Rio Paraná”, explicou o biólogo Fernando Magnani.

A possibilidade é que uma prima próxima da ariranha tenha sido vista e confundida: a lontra. O animal é muito parecido, sendo diferenciado por olhares atentos – e técnicos.

Procurada, a Prefeitura de Araras deu meia volta na certeza e lançou nota colocando em dúvida sobre a identidade do bicho, dizendo haver “vestígios que indicam a presença do animal”, mas que “não foi possível confirmar a espécie”.

A desconfiança de um animal “diferente” no lago surgiu após pedaços de peixes comidos serem vistos no local, um indício de hábito alimentar da ariranha (ou lontra?). Não houve “testemunha ocular” e estuda-se a instalação de câmeras de monitoramento na área.

É ariranha? É lontra?

O biólogo Fernando Magnani acredita que o animal seja uma lontra, e não uma ariranha. Segundo ele, a confusão pode ocorrer, já que ambas pertencem à mesma família e possuem hábitos semelhantes.

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Mesmo que o animal avistado seja uma lontra, a orientação é para que a população não tente capturá-lo ou interagir com ele. Magnani ressalta que a lontra é ágil e se desloca por tubulações e áreas secas, podendo sair do local naturalmente.

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