Na última terça-feira (11), um médico neurologista, portador de TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) e com traços de autismo, relatou ter passado por uma situação desconfortável durante a realização de um concurso público para professor de matemática no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP (Universidade de São Paulo), em São Carlos.
O candidato chegou ao local da prova na manhã do dia anterior e afirmou que a organização do concurso não realizou o sorteio dos temas na presença dos participantes, como previsto. No dia da prova, o tema “Equações referenciais lineares não autônomas” foi escolhido e sorteado diante dos candidatos.
Após concluir a prova escrita, o candidato relatou que foi tratado de forma ríspida pelo presidente da banca examinadora, que teria se recusado a informar o horário da leitura da prova e feito expressões faciais negativas durante a apresentação do candidato. Ele também questionou o método de divulgação do resultado da primeira fase, que, segundo ele, deveria ser realizado publicamente e não apenas por e-mail.
O desentendimento culminou na expulsão do candidato da sala pelo presidente da banca. Outros membros do comitê tentaram amenizar a situação, sugerindo que ele voltasse ao local às 18h para conferir o resultado, mas sem confirmação oficial. O candidato afirmou ter se sentido ofendido em sua honra e registrou um boletim de ocorrência sobre o episódio.
A USP, em nota, declarou que “A Direção do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, foi informada sobre a ocorrência e já está tomando as providências necessárias para apurar os fatos, conforme o regimento da instituição.”
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