Equipes da regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV/Cenipa) devem comparecer ao local onde caiu a aeronave da Esquadrilha da Fumaça, nesta quinta-feira (31).
Ontem (30), dois A29 Super Tucanos do Esquadrão de Demonstração Aérea se chocaram no ar durante um treinamento.
Segundo a Força Aérea Brasileira, as equipes “estão em deslocamento” até o local. A expectativa é que os técnicos sejam acompanhados por representantes da Embraer, fabricante da aeronave – procedimento de praxe neste tipo de incidente.
Ontem, militares da Academia da Força Aérea de Pirassununga faziam a guarda do local do acidente. Um raio de segurança de 100 metros do local foi estabelecido pelos oficiais.
De acordo com o Cenipa, as investigações são conduzidas conforme os protocolos estabelecidos na Norma do Sistema do Comando da Aeronáutica.
“Quando concluídas, as lições aprendidas nesses eventos envolvendo aeronaves militares do COMAER são divulgadas exclusivamente ao público militar para fins de promoção da segurança de voo nas operações aéreas militares, conforme prevê ainda a NSCA 3-6”.
“Cabe ressaltar que os trabalhos realizados pelo CENIPA têm como única finalidade a prevenção de acidentes, conforme previsto no art. 86-A do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e no §4º, art. 1º, do Decreto nº 9.540/2018. Dessa forma, as investigações conduzidas pelo CENIPA não têm o propósito de atribuir culpa ou responsabilidade civil ou criminal por um acidente aeronáutico, mas, sim, de identificar os possíveis fatores contribuintes relacionados à ocorrência, com o objetivo de preservar vidas por meio do fortalecimento da segurança de voo”, finaliza a nota.
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