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Chamada de “macaca”, estudante denuncia alunos por racismo em São Carlos

Segundo relato, crime foi cometido por quatro adolescentes na segunda-feira (22) 

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Chamada de “macaca”, funcionária de escola denuncia racismo em São Carlos. (Foto: acidade on)
Chamada de “macaca”, funcionária de escola denuncia racismo em São Carlos. (Foto: acidade on)

Uma estudante denunciou ter sido vítima de injúria racial por quatro adolescentes de 16 anos na segunda-feira (22), na Etec Paulino Botelho, em São Carlos.

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O caso aconteceu no período da manhã. Segundo o b.o, a vítima relatou que na semana passada os estudantes a chamaram de “macaca” em dois dias diferentes, e na segunda-feira, além do xingamento, também fizeram gestos e sons imitando o animal.

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Ela relatou que ficou ofendida e inconformada com a atitude dos adolescentes, testemunhadas por outras colegas de sala, e que acionou a Polícia Militar.

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O caso foi registrado no Plantão Policial, onde os adolescentes negaram terem cometido o crime e assinaram um termo de compromisso e responsabilidade previsto pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), na presença de seus responsáveis.

POSICIONAMENTO

O CPS foi procurado e informou que a direção da escola abriu procedimento de apuração preliminar sobre o caso, que envolve acusação contra estudantes menores de idade. 

“Caso seja comprovada a injúria racial, serão tomadas as providências pertinentes. A aluna que fez a denúncia e os adolescentes acusados foram ouvidos pela direção da escola nesta segunda-feira (22). A gestão também se reuniu com os responsáveis dos estudantes”, informou. 

O Centro ressaltou que não compactua com nenhuma forma de discriminação, desrespeito e assédio. “Por meio da Comissão Permanente de Orientação e Prevenção contra o Assédio Moral e Sexual (Copams), promove diversas ações, como capacitação de docentes, palestras e divulgação de informações visando a orientação e prevenção de atitudes contrárias aos direitos civis”, completa a nota. 

Denúncias e agressões podem ser comunicadas por alunos, professores e toda comunidade acadêmica pelo canal oficial do CPS: ouvidoria@cps.sp.gov.br.

*ERRATA: O portal acidade on noticiou que a vítima era uma funcionária da escola. O CPS corrigiu que se trata de uma aluna. A matéria foi alterada às 12h31 desta terça (23).

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