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Cotidiano

Falta de banheiros e salva-vidas no Broa geram reclamações

Prefeitura diz que não cobra entrada desde março do ano passado, o que dificulta a manutenção no local

| ACidadeON/São Carlos

Falta de banheiros e salva-vidas na represa do Broa geram queixas em Itirapina. Foto: Reprodução EPTV
 

A falta de banheiros, salva-vidas e o excesso de lixo na represa do Broa gera queixas das pessoas que frequentam o balneário em Itirapira. A prefeitura informou que não cobra a entrada desde março do ano passado, o que dificulta realizar a manutenção do local. As informações são do jornal EPTV-1 e do G1 São Carlos.

A represa é um dos principais pontos turísticos da região e uma opção de lazer para aproveitar o fim de semana e o período de verão, mas a falta de estrutura transforma o passeio em dor de cabeça.

Segundo o motorista Geraldo Oliveira e Silva, o local tem muitos frequentadores e poucos banheiros químicos. "Os banheiros que têm estão todos encardidos, ninguém toma atitude de limpar. Se contar, não tem 10 banheiros químicos em toda extensão do Broa", disse.

Uma das soluções encontradas pelos bares e lanchonetes do local foi de cobrar a utilização dos banheiros para quem não é cliente do estabelecimento. "Para quem não é cliente e precisa usar, a gente cobra R$ 2 porque não tem banheiro público aqui e aí fica muita pressão nos nossos banheiros", explicou a comerciante Lucineide da Silva. 

Além da falta de banheiros públicos, as pessoas que vão à represa reclamam da falta de segurança do local. "Não tem salva-vidas, cada um que traz suas crianças precisa ficar olhando porque não tem segurança na água. É uma coisa que precisaria ter", disse o comerciante Israel Rodrigues. 


O aposentado Ademir Clemente ficou desanimado com o que viu na represa. "Eu gosto de sair, passear com a minha família, estou pensando em comprar uma chácara aqui, mas pelo o que estou vendo no rio é uma sujeira", avaliou.

Morador há 4 anos no Broa, o mecânico Anderson José Picagle não se conforma com a falta de estrutura do local. Segundo Picagle, a falta de organização na entrada e saída dos veículos também é um problema no local. "Com a demanda alta, fica uma fila enorme para sair porque não tem uma coordenação para saída e entrada dessas pessoas. Isso sem contar os roubos que estão ocorrendo depois que a portaria ficou aberta". 


"É revoltante e triste de se ver. O nosso balneário, que era um lugar maravilhoso, hoje está acabado, destruído", disse a autônoma Lilian Florindo. 

"Não tem salva-vidas, os banheiros que tinham foram derrubados porque falaram que poluía o meio ambiente, mas continuam com foças abertas lá. 

A minha casa, por exemplo, como ficar perto da caixa d água, um ponto alto, falta água todo dia, tem que ficar ligando para um rapaz vir ligar o poço debaixo", explicou.