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DRS-3 segue com maior taxa de ocupação de UTI do Estado

Segundo a Fundação Seade, indicadores não ficam abaixo dos 90% desde fevereiro; nesta quinta (29), chegaram a 95,3%

| ACidadeON/São Carlos

Imagem ilustrativa

O Departamento Regional de Saúde de Araraquara (DRS-3), a qual São Carlos (SP) pertence, está nesta quinta-feira (29) com a taxa de ocupação de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em 95,3%. É o maior índice do Estado. 

Os indicadores da região que compreende 24 cidades são os mais preocupantes dos últimos dois meses, e também em relação ao estado, que hoje tem ocupação do Sistema Único de Saúde (SUS) de 81,1%. 

De acordo com o levantamento da Fundação Seade, no mês de abril a região teve indicadores acima dos 92%, mas desde fevereiro não consegue diminuir a superlotação das UTIs. 

Os números oscilam e tiveram uma leve queda na semana passada, quando chegou a 92,9% - em 21 de abril -, mas voltaram a aumentar na última segunda-feira (26), subindo para 94,15%. 

Em comparação a outras regiões administrativas, o DRS-3 também lidera no ranking. Dos 17 departamentos, outros dois estão com ocupação acima dos 92%. São eles: DRS de Presidente Prudente (DRS-11), com 92,2%, e DRS de Marília (DRS-9), com 94,5%.  

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Maiores cidades
Dos 24 municípios, os maiores em relação a disponibilização e leitos de UTI e enfermaria são São Carlos e Araraquara, sendo que Américo Brasiliense tem um hospital estadual com 26 leitos para UTIs. 

Na capital da tecnologia, segundo o último boletim divulgado pela Vigilância Epidemiológica, a taxa de ocupação de UTI SUS Covid está em 94,6%. Além dos 97 internados, a cidade tem doze pessoas na fila de espera por leitos, sendo seis casos de alta complexidade e seis para enfermaria. 

Em Araraquara, a taxa de ocupação está em 86% para UTIs e 66% nas enfermarias. No entanto, muitos leitos estão ocupados por pacientes das cidades vizinhas. No boletim de ontem (28), 26 são-carlenses estavam em leitos do município. 

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que a rede hospitalar da região segue com plenas condições de assistir casos graves do novo coronavírus e que, além de manter hospitais e auxiliar a rede pública, a pasta também mantém uma estratégia especial de gestão de leitos hospitalares, para dar prioridade à internação de pacientes com quadros respiratórios agudos e graves, com suporte da Cross (Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde).


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