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São CarlosCotidianoCrime da Retroescavadeira: Defesa buscará convencer que réu agiu sob extrema pressão

Crime da Retroescavadeira: Defesa buscará convencer que réu agiu sob extrema pressão

Para obter a absolvição de Magalhães, o advogado Leandro de Lima Oliveira buscará demonstrar fatos anteriores ao assassinato que motivaram o crime

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A defesa de Milton César Magalhães, acusado de matar um colega de trabalho do Saae com uma retroescavadeira, busca a absolvição ou pelo menos a derrubada de quesitos qualificadores, o que abrandaria uma eventual pena.

O julgamento ocorre hoje (5) no Fórum Criminal de São Carlos. Testemunhas do caso ocorrido em março do ano passado serão ouvidas, com a exposição das teses da defesa e da acusação, em um veredicto que será decidido por um grupo de sete jurados. Já a acusação quer pelo menos 20 anos de prisão (veja aqui).

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Para obter a absolvição de Magalhães, o advogado Leandro de Lima Oliveira buscará demonstrar fatos anteriores ao assassinato que motivaram o crime.

“Até hoje temos apenas as imagens que foram divulgadas pela mídia. Em nenhum momento se preocupou em saber o que levou o Milton a fazer esse ato que ele praticou”, expõe.

“Durante a instrução processual, [foram citadas] as perseguições que o réu sofria, as ameaças contra ele e a filha de 13 anos, contra a esposa Acho que isso não é de conhecimento de todos, mas a vítima estava com uma machadinha, que seria usada para ceifar a vida do acusado”, relata.

O advogado que todos os fatos pregressos ao crime serão expostos, com vias a apresentar ao Conselho de Sentença provas que indiquem o caminho da absolvição ou derrubada de qualificadoras.

“Há, ainda o reconhecimento de homicídio privilegiado”.

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“Ele agiu sob algo chamado excludente de culpabilidade, que é inexigibilidade de conduta diversa. Isso traduzindo, não poderia se esperar dele uma agressão futura e certa por parte da vítima. Então, antes que alguém da família dele viesse a óbito, ou que ele próprio viesse a sofrer uma agressão, ou a filha ou a esposa, ele antecipou”, explica.

advogado Leandro de Lima Oliveira, defensor do réu

O advogado relatou, ainda, que vítima e réu protagonizavam desde 2014 uma briga. O entrevero surgiu devido ao fato de Magalhães ter obtido horas extras e que a vítima se sentia prejudicada por não ter conseguido também. “Ele ficou revoltado, não aceitou isso. Buscou culpar alguém e esse culpado, na opinião do Garcia, seria o Milton [Magalhães], o acusado”.

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Bruno Moraes
Bruno Moraeshttps://www.acidadeon.com/saocarlos/
Bruno Moraes é repórter do acidade on desde 2020, onde faz a cobertura política e econômica. É autor do livro “Jornalismo em Tempos de Ditadura”, pela Paco Editorial.

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