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São CarlosCotidianoJustiça mantém condenação de mãe que matou bebê asfixiado com travesseiros no interior de SP

Justiça mantém condenação de mãe que matou bebê asfixiado com travesseiros no interior de SP

Vítima tinha apenas nove meses quando o crime aconteceu, em 2017, em Rio Claro; a ré havia recorrido após resultado de júri popular

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O TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) manteve a condenação de Benedita Mikaelle Batista de Souza, que matou seu próprio filho em 2017 asfixiado com travesseiros em Rio Claro, no interior de SP. A vítima tinha apenas nove meses.

Benedita havia sido condenada por homicídio qualificado em júri popular realizado em Rio Claro. Ela recorreu da decisão, mas a 3ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP manteve a sentença – uma pena de 14 anos, 11 meses e 6 dias de reclusão, em regime inicial fechado – em votação unânime.

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Em seu voto, o relator do recurso, desembargador Toloza Neto, salientou que as provas são suficientes para amparar a tese acolhida pelos jurados que condenaram Benedita em primeira instância.

“A qualificadora do meio cruel, consubstanciada na asfixia mecânica, foi confirmada pelo laudo necroscópico, que apontou como causa da morte a obstrução das vias respiratórias, provocada por sufocamento com travesseiro e esganadura. Trata-se de meio insidioso e doloroso, que impõe sofrimento à vítima, especialmente considerando sua tenra idade (…) Já a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima também se mostra presente, uma vez que o infante se encontrava deitado, indefeso, sem qualquer possibilidade de reação ou resistência, em situação de total vulnerabilidade”, escreveu. “De rigor, portanto, a manutenção da condenação da apelante”, concluiu.

Relembre o caso

O bebê foi asfixiado com travesseiro e esganado em uma residência no Jardim Panorama.

Durante as investigações, Benedita apresentou diferentes versões e chegou a afirmar que foi obrigada pelo ex-companheiro – Robson Pereira de Morais, o padrasto da criança, condenado a 18 anos e 8 meses pelo mesmo crime.

Em outra versão apresentada por ela, a condenada confessou ter agido em desespero, para poupar o filho de presenciar as agressões e violência doméstica que sofria por parte do namorado.

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