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Suspeitos de assassinar diretor de ONG seguem foragidos

Dois homens e uma mulher tiveram pedidos de prisão temporária expedidos. Marcelo D'Elia foi encontrado baleado em outubro de 2019

| ACidadeON/São Carlos

Diretor de ONG de Dourado, Marcelo Miguel Ortiz D'Elia foi encontrado morto em canavial em outubro de 2019. Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Dourado (SP) fez uma operação em Rio Claro (SP), na quinta-feira (21), para prender três suspeitos do assassinato de Marcelo Miguel Ortiz D'Elia, diretor da ONG Unido, que foi assassinado em outubro de 2019. Quatro aparelhos celulares foram apreendidos, mas o trio segue foragido.

Segundo o delegado Reinaldo Lopes Machado, os dois homens e uma mulher estão com os pedidos de prisão temporária expedidos, mas não foram encontrados e são considerados foragidos.

De acordo com o delegado Machado, investigações com base em monitoramento telefônico serviram de base para o pedido de prisão preventiva dos suspeitos, mas ainda não é possível determinar a motivação do crime.
"Somente com a prisão deles é que nós vamos saber de fato a motivação", afirmou o delegado.

Operação
A operação quinta foi realizada pelas polícias civis de Dourado, Ribeirão Bonito e contou com o apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) de São Carlos.

As equipes cumpriram mandado de busca e apreensão em quatro endereços de Rio Claro e apreendeu os telefones. Outras buscas foram feitas em casas de parentes e amigos dos suspeitos, mas eles não foram localizados.
De acordo com Machado, os aparelhos celulares serão analisados e outras diligências serão feitas para prender os suspeitos. 

Diretor de ONG de Dourado é encontrado morto em canavial dentro do próprio carro. Foto: Divulgação

Entenda o caso
Marcelo Miguel Ortiz D´Elia, de 62 anos, foi encontrado morto dentro do próprio carro, em um canavial perto do sítio onde ele morava, na tarde de 15 de outubro, na estrada que liga Dourado a Brotas. O veículo estava com a frente avariada.

De acordo com a polícia, D'Elia foi baleado com um tiro que entrou no antebraço esquerdo e saiu pelo lado direito do tronco.

O delegado Reinaldo Machado descartou a hipótese de latrocínio, pois D´Elia estava com uma corrente de ouro e a carteira.


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